sábado, 26 de maio de 2007

Porque tinha que ser

Os momentos que passo ao lado dele, é oferecerem-me um sorriso para colar no rosto.

Desabafei eu naquele tom de pura felicidade, em um qualquer dia, em que te adorava. E era mesmo assim. Recordo os minutos que nos oferecemos, na magia de cada beijo, no sorriso que fazia disparar o meu coração. Na confiança que nos era querida e sincera. Foste tanto.
Ontem vi-te.
Tocamo-nos agora constrangidos, desejando despachar os segundos aterrorizadores que nos levam a estar próximos, a voz some-se, o riso que era estridente passou a ser um riso nervoso.
O que sinto?
Coração pequenino. Perdi-te no dia em que nos beijámos, enquanto a chuva caía mantendo-nos assim naquele abraço tão nosso.
Guardei-te num cantinho, mas segui a minha vida por um caminho em que quero continuar a dar passos grandes. Aquele caminho...
Será que és feliz?
Não sei.
Mas sei que no fundo, eu sou. Serei sempre que conseguir erguer-me das pequenas quedas que dou.
Obrigado por me teres dado tanto, aprendi bastante. Adeus.

sábado, 12 de maio de 2007

Hum?

Porque te quero sempre mais a cada instante a teu lado, porque só me apetece dizer-te que desejo ficar contigo, porque já não me consigo ver sem ti, porque não vou saber deixar-te!
Será amor? Afinal o que é o amor?
Não será o sorriso que me dás, este aperto gostoso, esta vontade louca por ti?

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Perfeito

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Só um pensamento

Dou por ti a beijar-me o coração de forma carinhosa, a pintar sorrisos no rosto da minha alma, a encher o meu peito daquela sensação que faz uma pessoa se sentir numa outra esfera que não aquela cruel onde respiramos.
Será que me estou a apaixonar por ti?

domingo, 1 de abril de 2007

O que vai cá dentro...

Nunca tive o toque essencial para saber brincar com as palavras, para colorir as letras conforme o que me guia a alma, ou até mesmo para revelar sentimentos. Só que neste momento apenas meu, há em mim uma necessidade avassaladora de tentar jogar com o que sinto.
Confesso que hoje foi um dia triste. Dei por mim a lembrar demais, a dar importância em exagero ao que realmente não interessa, a deixar-me molhar por lágrimas que não me deveriam pertencer. Hoje parei mais que uma vez no tempo, a observar um horizonte que realmente não conseguia alcançar, a tentar agarrar o vazio... porque hoje faz um ano que algo aconteceu. Não consegui ignorar esse facto e deixei-me mergulhar em lembranças que me ensinaram bastante, e tive a certeza do que agora esse alguém significa. Um pontapé para o futuro, um sorriso que me segurou precisamente quando estava a cair, um alguém que me fascinou como nunca ninguém o tinha feito. Com ele partilhei tudo o que sou, e fui feliz. Não resultou. Mas hoje ao jogar este jogo de sentimentos e ao montar as peças do passado brincando com momentos, senti o alívio de perceber que não lamento mais por ter terminado. Porque não era para ser, porque não era ao lado dele que iria viver o meu futuro. Chego a conclusão que não fui eu que perdi, nem ele. Simplesmente ganhamos os dois. Mas cada um no seu caminho.
Agora encontro-me ao lado de alguém que simplesmente adoro. Desconheço o meu amanhã, mas sei que hoje quero-o com todas as minhas forças. Apercebi-me que não devo nem posso desistir, só porque algo no passado falhou... Amarrei o medo num canto escuro, e ofereci a minha mão repleta de oportunidade a quem hoje me faz sorrir! Porque o adoro em todos os nossos momentos, porque o quero sempre mais a cada beijo, porque me faz sentir viva. Decidi aceitar o desafio e arriscar. Se cair novamente?... Levanto-me, como nunca o deixei de fazer nas outras vezes.
Apenas um desabafo!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Carrossel


Andar de carrossel às 6 da manhã pode mudar a tua vida sem mais nem menos, apanhar-te de forma algo desprevenida, pôr tudo em perspectiva e apontar aquela tal saida que sempre esteve lá mas por alguma razão passou despercebida… é como ouvir o summer madness pela primeira vez, o deslumbramento de apreciar quem se gosta na sua total nudez, o primeiro olhar de um recém-nascido que te tira do sério, um rebelde para lutar contra o império, ou mais um janado? Não, agora a sério tou a enumerar algumas das coisas que me dão vontade de seguir em frente num mundo que dá ideia de estar a ficar demasiado deprimente fica esperto eu sei que te dói se calhar a mim até me dói mais mas descarrego onde posso não descarrego nos outros nos demais…

Belos dias na descontra,
o bilhete é só de ida - não há regresso no carrossel


Fim-de-semana e depois do jantar é prato quente para sobremesa. Boy, neste restaurante é à vontade é mesmo em cima da mesa. Dou um time na casa de banho do l mas baza até ao k… Tá multidão à porta mas entramos de socapa, tamos na hora da comunhão, uma bubble nunca fez mal a ninguém. Meto a hóstia na boca e agradeço a deus por um feeling tão sebem. É justo que possa extravasar da maneira que me der na real gana desde que não prejudique terceiros e que não dê nenhuma cana. Tenho uma lágrima no canto do olho como o bonga, ou o bana… As vezes dá-me para isto fico sentimental, merda, que carraspana.Já tou a beijar todos os meus amigos e a dizer que os amo.
Toda a gente sorri porque toda a gente está bem, sabes bem que é assim que eu gramo…

Belos dias na descontra
o bilhete é só de ida - não há regresso no carrossel
Da Weasel

sexta-feira, 2 de março de 2007

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Palavras tuas

"Encontrei uma palavra que define metade daquilo que estou a sentir: sonho.
Mas é fraquinha para definir por completo!"

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Presente.


A vida é feita de pequenos momentos. E precisamente até este minuto em que penso em ti, só me proporcionaste coisas fantásticas. Momentos de carinho, de atenção, de paixão... instantes sérios, outros imundos de riso. Ao teu lado encontro-me sempre cheia de sensações, misturas. Sinto-me tão eu contigo. Quero-te, desejo-te, sinto-te cá dentro... no meu pensamento. Daqui não vais embora, vieste e queres ficar. Obrigado, ainda que isto nosso não se agradeça, por me fazeres sorrir desta maneira, por me abraçares a alma. És muito!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

A vida, o destino, o momento, sei lá eu o quê, quis que fosse assim... Devo fugir? Ficar? Sorrir ou simplesmente sentir-me mal com isto? Mas se outros não se preocupam, porque me sinto na obrigação de preocupar? Porque não agarrar o tempo e vivê-lo à minha maneira? Porque não?
...time is running out!

domingo, 10 de dezembro de 2006

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Sou livre. Chega de me agarrar às pessoas, criar dependências, de não me valorizar. É o momento de me olhar e sentir-me bem com o que observo, sorrir-me, viver para mim. Não quero mais recuar sem necessidade, não quero ter que pensar em certas pessoas antes de dar algum passo, não vou dar mais do que aquilo que recebo... Esta sou eu, solta e renovada, que quer brilhar ao mundo!

sábado, 18 de novembro de 2006

Eu e Tu.

Cativas-me a vontade de ficar, de me permanecer sem hesitar.
Sorris-me com esse querer tão doce por mim…
Queria largar-me de medos e culpas e abraçar-me ao que realmente quero.
Não suporto perder-te e não te deixo seguir,
prendi-te à minha dúvida
deixando-te assim derrotado perante o meu inconstante ser.
É por isto que me condeno… por te magoar o sorriso,
por ferir essa tua esperança de nós.
Perdoa-me este meu eu incerto, não te permitas desistir, não vás embora.
Não tu…
Quero que sejam os teus olhos a observar aquilo que outros não vêem,
quero que seja a tua mão a alcançar-me do abismo,
quero que seja a tua metade a completar a minha.
Não nego toda a minha vontade por ti,
mas estarás tu disposto a suportar?
Vamos tentar?

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Não me aguento.

domingo, 8 de outubro de 2006



- Preciso de me reencontrar.

- Eu procuro-te.

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Fim.

Sim, confesso que até hoje sempre tive a esperança de voltar a ficar contigo. Sempre acreditei que não me ias esquecer, que estando contigo como sempre estive, irias perceber que era a mim que querias ao teu lado. Assim, deixei-me arrastar nesta situação que seria a minha luta pelo nosso futuro. Mas apercebi-me, talvez tarde demais, que não iremos nunca voltar a ficar juntos...não como eu quero, desejo e preciso. Se dói? Muito. Mas acabou. Esta coisa de ter o teu corpo e de teres o meu sem compromissos, sem responsabilidades e afectos não me chega. Mereço mais e melhor. Não que te queira desvalorizar, porque és das melhores pessoas que conheço, mas se não consegui conquistar os teus sentimentos...então preciso de ter alguém que realmente me ame. Acabou de vez. Custa-me mais do que poderia imaginar, mas quero e vou pensar em mim. Só em mim. Talvez assim um dia percebas que te faço falta e que talvez te pudesse fazer feliz...

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

"partiste sem nunca teres chegado"

Foste-te embora e não me ensinaste a viver sem ti.
Não me deixaste manual de instruções(...).
Nada que me dissesse para onde me virar nem o que fazer a seguir, (...).
Um folheto explicativo, ao menos;
uma tradução manhosa do original em chinês,
com o género trocado e palavras inventadas, corruptelas ou derivadas.
Nem um recado, sequer, na porta do frigorífico, faz assim ou faz assado,
ou um post it na secretária, no ecrã do computador,
que sumariamente me explicasse
os modos de encher os espaços vazios com esta sumaúma triste.
Não me deste perspectivas de regresso nem qualquer tipo de garantia,
experimente e em quinze venha cá carimbar;
não me mostraste as precauções a tomar ou a profilaxia a fazer nem,
muito menos, os perigos que corro com
a sobredosagem da tua ausência na minha corrente sanguínea.
Foste-te embora e eu.
Às voltas com as dificuldades de montagem da tua falta
nos meus ocos recantos,
sem saber como me encaixar no vácuo que provocaste.
Eu, solta e desconjuntada, mil peças de pinho sueco espalhadas pelo chão da sala.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

.

E quando vais embora esqueces sempre de levar o teu cheiro contigo. Abraça-se a mim e fica. E tu deixas.

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Parabéns.

Lembro-me de ti desde os meus cinco anos...
eramos apenas duas crianças que nos demos a conhecer cheias de sorrisos, de futuro, de vida.
A partir desse momento unimos as mãos e até hoje não as largámos mais.
Assim ao longo de onze anos, caminhamos sempre lado a lado.
Vi-te crescer, viste-me crescer... ajudámo-nos mutuamente
a moldar-nos, a ser o que somos.
Aquilo que sou em parte devo-te a ti,
porque sempre participaste no meu crescimento... desde a minha infância à minha adolescência.
És tu que estás ao meu lado para me secar lágrimas,
é o teu riso que muitas vezes me apanha do chão quando caio,
é o calor do teu abraço que me protege sempre que a vida me falha...
és tu que me ama incondicionalmente assim como sou,
com as minhas qualidades e defeitos.
Ninguém alcança os limites da nossa união e sabes porquê? Porque eles não existem.
A cumplicidade que nos toca é excepcional.
A vida sorri-nos, porque partilhamos o mais belo dos sentimentos, a amizade.
Uma vez disseram-me “acho que ele gosta de ti doutra maneira”. Ri-me.
Sim, tu amas-me. Amamo-nos. Mas como irmãos.
Amo-te Pedro, como ninguém te pode amar... porque sou tua irmã. Para a vida.
A minha alma fez um pacto com a tua e estaremos sempre juntos.
Desde sempre e para sempre.
Obrigado por cada momento, por cada olhar compreendido, por cada gesto carinhoso, por cada sorriso na tentativa de resgatar a minha alegria, por cada bocadinho teu que dás de ti a mim.
Mais um ano que partilho contigo de muitos que irei continuar a partilhar... Parabéns!

domingo, 10 de setembro de 2006

Um momento.


Tu: A minha almofada cheira a ti.

(silêncio)

Tu: Sabe-me bem.