sexta-feira, 23 de setembro de 2005

:)*


Conto contigo, comigo podes sempre contar! Amo-te priminha:) Posted by Picasa

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

Estou aqui :)*

Não consigo dizer adeus.
Não vou poder escrever todos os dias mas não vou abandonar por completo este meu cantinho.

quinta-feira, 8 de setembro de 2005

Adeus.

Acho que vou ter que me despedir deste cantinho. Um cantinho muito meu, mas que por motivos caseiros (é aquela tal coisa, internet... muito dinheiro), vou ter que o deixar. Custa um bocado porque até gosto de escrever aqui e de deixar pedaços meus aqui para partilhar com os meus amigos.
Tenho pena, mas tenho mesmo.

Uma coisa de realçar: a minha gata (a terceira e espero que última) veio hoje para minha casa.
Tão querida mas tão "monstrinha" :)*

quarta-feira, 7 de setembro de 2005


Quero-te. Posted by Picasa

A história do Amor.

Contam que, uma vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades dos homens em um lugar da terra.

Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, lhes propôs:
- Vamos brincar às escondidas?
A INTRIGA levantou a sobrancelha intrigada e a CURIOSIDADE, sem poder se conter, perguntou:
- Escondidas? Como é isso?
- É um jogo – explicou a LOUCURA – em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará o meu lugar para continuar o jogo.
O ENTUSIASMO dançou seguido pela EUFORIA. A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada.
Mas nem todos quiseram participar.
A VERDADE preferiu não se esconder, para quê? Se no final todos a encontravam?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COBARDIA preferiu não arriscar-se.
- Um, dois, três, quatro... – começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que como sempre caiu atrás da primeira pedra do caminho.
A FÉ subiu ao céu e a INVEJA escondeu-se atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir na copa da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE, quase não se consegue esconder, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum dos seus amigos – se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou se escondendo num raio de sol.
O EGOÍSMO, ao contrário, encontrou um lugar muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele.
A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO, no centro dos vulcões.
O ESQUECIMENTO, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante.
Quando a LOUCURA estava lá pelo 999.999, o AMOR ainda não havia encontrado um local para se esconder, pois todos já estavam ocupados, até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre as suas flores.
- Um milhão! – contou a LOUCURA, e começou a sua busca.
A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a FÉ a discutir com Deus no céu sobre zoologia.
Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.
Num descuido encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.
O EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo. Ele sozinho saiu disparado do seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede, e ao aproximar-se de um lago encontrou a BELEZA.
A DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois encontrou-a sentada sobre uma cerca sem decidir em que lado se esconder.
E assim foi encontrando todos.
O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA numa cova escura;
A MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano); e até o ESQUECIMENTO, a quem já havia esquecido que estava a brincar às escondidas.
Apenas o AMOR não aparecia em nenhum lugar. A LOUCURA, procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas.
Quando estava a ponto de desistir, encontrou um roseiral. Pegou numa forquilha e começou a mover os ramos, quando no mesmo instante, ouviu-se um grito doloroso.
Os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.
A LOUCURA não sabia o que fazer para se desculpar, chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser seu guia.

Desde então, desde que pela primeira vez se jogou às escondidas na terra: o AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

terça-feira, 6 de setembro de 2005

Velha infância

"Você é assim, um sonho para mim e quando eu não te vejo
Eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito
Eu gosto de você e gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor

E a gente canta e a gente dança, a gente não se cansa
De ser criança, a gente brinca na nossa velha infância
Seus olhos me amparam, me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só

Você é assim, um sonho para mim
quero-te encher de beijos
Eu penso em você desde o amanhecer até quando eu me deito
Eu gosto de você e gosto de ficar com você
Meu riso é tão feliz contigo
O meu melhor amigo é o meu amor

E a gente canta e a gente dança, a gente não se cansa
De ser criança, a gente brinca na nossa velha infância
Seus olhos me amparam, me guiam dentro da escuridão
Seus pés me abrem o caminho
Eu sigo e nunca me sinto só

Você é assim, um sonho para mim, você é assim
Você é assim, um sonho para mim, você é assim... "

Tribalistas

Esta música eu escrevo-a aqui para dedicar com muito carinho...
...ao meu primeiro amor:)*

Obrigado!

"Vive intensamente nem que depois te faça chorar"

Estas palavras são doces para a minha alma. Acho que são a resposta que eu confusa andava a tentar encontrar.
Obrigado Rita :)

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

Delírio.

Ainda estou a delirar com os momentos vividos de ontem. Ainda não consigo acreditar no que aconteceu ("não acredito nisto").
Ontem fiz uma grande viagem, o destino foi o céu, o destino foi o abraço de um anjo. De um anjo que me faz sorrir pelo simples facto de existir. Mais uma vez, não estava nos meus planos, não... não estava a espera daquilo. Não sabia que a voz dele ia-me sussurrar aquele pedido doce de me envolver nos beijos dele. Não sabia que ia voltar a estar perdida naquele corpo. Hoje acordei com a sensação de ter deixado a minha alma nas mãos daquele anjo.
Mas agora... agora que penso nele com mais clareza sinto que tenho de voltar a recuperar a minha alma, sinto que tenho de deixar o céu e arrastar-me para a realidade. Simplesmente porque... dói demais saber que gosto dele.
Sim, tenho vontade de lutar por ele, porque nele... para mim, é tudo mais que perfeito.
Mas... mas não sei.

Estou feliz, não nego. Mas não sei se isto é bom para mim.
Acho que não consigo pensar mais nisto, por enquanto. Apenas porque estou em delírio!!!

domingo, 4 de setembro de 2005

Aconteceu mais uma vez.
Como me sinto? Não sei.
Apenas sei que me apetece rir... é bom, não é?

Então estou muito feliz.

sábado, 3 de setembro de 2005


Hoje 3 de Setembro fazem vinte e sete anos de casados. Todas as dificuldades (que sao muitas, eu sei) sao sempre superadas quando ha um sentimento tao bonito como o que ha entre voces. Parabens. Ah... e parabens tambem por terem tido uma menina tao linda como eu e um feio como o meu irmao. :) brincadeirinha... Parabens aos meus pais.  Posted by Picasa
"Sei de cor cada lugar
teu atado em mim, a cada lugar meu
tento entender o rumo que a vida nos faz tomar
tento esquecer a mágoa
guardar só o que é bom de guardar"

Tento guardar-te, mas acho que não vou conseguir.

sexta-feira, 2 de setembro de 2005

Ao remexer em uns papéis, revi palavras que escrevi. Palavras essas que falam sobre mim. Sobre dias, momentos bons e maus.
Ao ler essas palavras deu-me vontade de rescrevê-las aqui no meu cantinho.
Bocados de mim, em tempos que já pertencem ao passado, mas tempos esses que me vão marcar para sempre.

« 23, Fevereiro, quarta-feira 2005

17:51h – Preciso meditar bem na minha vida! Hoje estou muito pensativa, naquilo que vale ou não a pena, naquilo que devo ou não fazer... Não sei nem uma coisa nem outra. Sei que estou triste, sei que não estou satisfeita com o rumo que a minha vida está a levar, mas também não sei o que fazer para colocar bem as coisas! Como a Libas disse dela própria “ando perdida, tenho a minha cabeça perdida”. É, eu também acho que me sinto assim... Sinto um grande vazio dentro de mim! É um buraco e não sei como “tapá-lo”!! Sei aquilo que quero, mas acho que não vou conseguir... Estou a passar uma fase tão... chata?... (...)
A única coisa que me distrai um pouco é o pessoal da José Falcão, (...) fiz lá amigos maravilhosos! (...)
Estou mesmo triste.

21:18h – Não sei o que fazer! Estou na cama (ao menos estou ao quentinho), não tenho nada para fazer. Tenho que estudar mas é que não me apetece...
Ah... o Telmo mandou-me dois yorns. »


« 01, Março, terça-feira 2005

20:56h – Hoje sinto-me a pessoa mais estúpida, mais triste, mais sei lá o quê... As coisas com o Telmo estão a piorar, sinto o fim muito próximo, talvez fosse o melhor porque não aguento as coisas assim. (...) O que sinto é que ele não confia em mim. Sinto-me tão mal com estas coisas. (...) Quero mandar-lhe uma mensagem mas não consigo! Só estou a chorar... que raiva! Sinto-me tão triste... Já me disseram para o esquecer. Talvez fosse o melhor, mas é tão impossivel. Sinto que sou um monte de lixo. Nada na minha vida faz sentido. (...) Estou farta desta merda toda. É duro saber que a pessoa que amamos não confia em nós. Talvez um dia ele me dê o valor que eu mereço. Não sou maravilhosa, mas sou a pessoa que mais o ama, que mais lhe quer bem, que quando mais ele precisa apoia-o! Depois de tanta merda, estou sempre de braços abertos e há mínima coisa (que nem sei o que é) despreza-me... Estou a ficar cansada disto. (...)
Acho que não vou aguentar muito mais... está tudo a passar dos meus limites. »


« 02, Março, quarta-feira 2005

20:46 – (...) Hoje fiz teste de Português, e o texto falava de ilusão, quase que me punha lá a chorar, a pensar que a minha vida sim é uma grande ilusão. A qualquer momento desfaço-me em lágrimas... (...) »


« 14, Março, segunda-feira 2005

20:28h – Estou toda “podre”! Estou tão em baixo, que tenho a sensação que não me vou aguentar muito mais tempo. (...) Não mereço isto, não mereço... Gosto mesmo dele, o que faço com este amor que tenho dentro do peito??
Já não me aguento mais.
Vou estudar filosofia... »


« 20, Março, domingo 2005

21:00h – Já não escrevia há alguns dias. Mas é que esta última semana foi muito má. (...) O meu tio morreu e foi horrível e está a ser. Eu ando tão triste que já nem me reconheço a mim mesma. (...) Estou destroçada e muito cansada de tudo isto.»


« 21, Março, segunda 2005

23:44h – Sinto-me um lixo! Nunca passei por uma cena assim... estou mesmo mal! E o pior é que isto já não se resume ao Telmo, resume-se a toda a minha vida... »


Um comentario perdido algures...

Aaahhh descobriste-me :)
Fico contente por me reconheceres naquelas palavras. E sim, aquilo não é nada. Porque palavras para ti, não existem suficientes.

Gosto de ti*

Tao bela :)  Posted by Picasa
Não sei as palavras que devo usar para te dizer.
Bom... apenas isto.
És um pedaço de céu, um bocadinho de estrela, um sonho.
Um sonho que nunca será real. É pena.

Hoje sonhei contigo.

quarta-feira, 31 de agosto de 2005


Aqui estou eu.  Posted by Picasa

Que noite, hein?? :)  Posted by Picasa

terça-feira, 30 de agosto de 2005

Senti uma necessidade urgente de escrever sobre algo, senti vontade de preencher estes minutos com palavras, a falar sobre qualquer coisa. A falar do tudo ou do nada. Mas... ponho-me a pensar em assuntos e não me surge nada na mente, nada de especial, sobre a qual eu possa falar, escrever, no fundo... disparatar. Estou aqui fechada em quatro paredes, mergulhada numa música que estou sempre a ouvir, entregue a mim mesma, aos meus próprios pensamentos. Acho que já me decidi. Vou falar do meu pai.
É isso mesmo.
A minha relação com o meu pai, não é das mais fáceis. Existe, muitas vezes, um grande abismo entre ambos, um vazio doloroso. Estou muito magoada com ele e sei que ele também o está comigo. Eu tenho as minhas razões e ele tem as dele. Não vou conseguir esquecer nunca as nossas discussões, as nossas divergências, a nossa distância (não é fisica mas sim psicológica), não vou esquecer os momentos tristes, as palavras feridas, os gestos magoados, as atitudes ridiculas... não posso esquecer todas as lágrimas que me fazem sofrer por ele.
Mas nem tudo, entre mim e ele é mau. Se o achasse, estaria a ser injusta com o amor que sentimos um pelo o outro. Porque somos pai e filha. Temos um laço de sangue, até mais que isso, que nos une. Existem momentos risonhos que fazem parte da nossa história juntos, desde que me lembro de ser alguém.
Recordo alguns desses momentos.
Houve um dia, em que estava sentada no sofá mergulhada na televisão, sem saber realmente o que estava a ver... quando ele passa por mim e me faz um carinho no cabelo. Recordo a sensação dentro do meu corpo, a alegria que me invadiu por sentir um carinho do meu pai. Aquele homem sempre tão frio e tão distante de mim. Sorri, lembro-me. E claro, deu-me vontade de saltar para cima dele num abraço apertado.
Mais um momento risonho... estava eu na conversa, sem lógica nenhuma (também não era para ter, era uma conversa simplesmente descontraida) com a minha mãe, e olhei para o meu pai. Cheguei-me a ele e pedi-lhe para lhe dar um beijo, convencida que ia receber um não como resposta, quando de repente ele dá-me a face para eu a esmagar com um beijo.
São pequenos momentos como este que quero guardar para sempre comigo. São fundamentais para mim, para eu poder continuar a acreditar que não perdi o meu pai e que posso salvá-lo. Talvez eu um dia consiga.
Há bocado, eu estava no meu quarto, quando ouvi a voz do meu pai a chamar o meu nome. Que queria ele? Chego à sala e estava a dar na televisão uma entrevista do Simão Sabrosa (um homem que me dá prazer de ver, que gosto), ele fez sinal com a cabeça como quem me diz "olha o teu idolo". Não está aqui em questão, o facto de eu poder ver o Simão a falar como gosto, mas sim o facto de o meu pai me ter chamado porque sabia que eu ia ficar alegre com aquele momento. Além disso o Simão Sabrosa não é assim tão importante para mim. É sim, importante, saber que o meu pai gosta-me de ver feliz. Tal e qual como eu gosto de o ver a ele...
Existem sim, muitos momentos maus entre nós os dois. Mas até nestes últimos tempos temos conseguido superar isso, e estou muito contente por isso.
Nada é perfeito, muito menos eu ou o meu pai, mas temos saber que viver com isso. E acho que eu e ele nos temos esforçado muito para salvar e preservar da melhor maneira a nossa relação.
Depois da tempestade vem a bonança.

segunda-feira, 29 de agosto de 2005

Hoje deu-me na cabeça de estar a pôr aqui fotografias. Mas são tão lindos, não são? Todos eles. Todos os meus amigos! Gosto tanto mas tanto dos meus meninos e meninas que tenho que deixar aqui um pedacinho deles para partilhar. Ainda faltam muitos. Mas prometo pôr uma foto de cada um. Mas... não pode ser tudo agora. Mas eu ponho como prova do meu carinho pelos meus amigos.
Aqui deixo um obrigado e um beijo grande a todos.
Amo-vos a todos:)*

Faltavas aqui tu meu amori:) gosti* Posted by Picasa