sexta-feira, 15 de abril de 2011
quinta-feira, 31 de março de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
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Complicaste tudo. O que era tão simples tornaste-o complexo. Chegou a saber bem tentar resolver todos os teus enigmas, querer encontrar resposta para as tuas perguntas, tentar resolver-te… admito que me fascinou essa tua matemática. Só que quando me apercebi que era algo pelo qual eu ansiava sozinha, quando senti que não me acompanhavas nestas somas e subtracções de nós os dois, o cansaço fez-me parar e ter a certeza que afinal não queria nada vindo de ti. Perdi. Mas acredita que também perdeste. Boa sorte para um dia conseguires definir-te a ti mesmo e encontrares a tua solução. Já não faço mais parte desse problema!
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Fui

Desisto. Desisto aqui e agora. Não consigo criar mais expectativas em vão, sabes que não posso fazê-lo.
Desisto de ti, dele, do outro e daquele. Desisto do que não me é possível alcançar quando tudo o que faço é correr atrás disso mesmo.
Desisto deste vicio de achar que te quero, da paixão assolapada que foste, da vontade absurda que és e do futuro desfeito que serás. Desisto.
Somos um nada que me é tudo, um tudo efémero. Por isto e mais é que me desligo de ti, já sei antecipadamente que não vamos a sítio algum juntos. Desisto. Desculpa mas considerando é o mais acertado. Sabes disso, não? Estou cansada, cansada de esperar por nós, de sentir-me presa a um sentimento inútil sem esperança de vida. Esgotada até de te odiar amando-te. Desisto.
Desisto deste vicio de achar que te quero, da paixão assolapada que foste, da vontade absurda que és e do futuro desfeito que serás. Desisto.
Somos um nada que me é tudo, um tudo efémero. Por isto e mais é que me desligo de ti, já sei antecipadamente que não vamos a sítio algum juntos. Desisto. Desculpa mas considerando é o mais acertado. Sabes disso, não? Estou cansada, cansada de esperar por nós, de sentir-me presa a um sentimento inútil sem esperança de vida. Esgotada até de te odiar amando-te. Desisto.
domingo, 16 de janeiro de 2011
sábado, 4 de dezembro de 2010
Tu

"Se me perguntares, digo-te!
Digo o que o medo não me quer deixar dizer.
Talvez seja medo de tu não quereres saber. Mas eu sinto.
Eu quero repetir mil vezes que não há abraço como o teu.
Forte. Único. Simples. Quente.
Onde o tempo não existe e o mundo não se mete no meio.
Onde me perco e me encontro novamente.
Onde de coração meio vazio passo a coração meio cheio.
Se me perguntares, digo-te!"
Não és o meu mundo, és o meu mundo à parte!
Gosto de ti.
domingo, 21 de novembro de 2010
Assim.
«Como é que se escreve a felicidade? Como é que digo sobre as minhas pernas enrodilhadas nas tuas, os meus dedos agentes inflitrados nos teus cabelos, a tua língua a pintar-me a boca a traços grossos? Para quê?, partilhar aqui que a minha pele se ri ao teu toque quente (...) Quem quer saber?, do meu corpo armadilhado nos teus braços e dos meus olhos, que rebolam pelo quarto sem saberem para que parede devo atirar e deixar explodir o gozo, que não me cabe mais cá dentro. Como é que descrevo?, a impossibilidade teórica desta prática feroz de aprendizes, e as probabilidades disto tudo, que eram de um milhão para um (...) Sim, como explicar?, que foste sorte, acaso, tiro às cegas, pim pam pum, (...).»
umamoratrevido.blogspot.com
domingo, 24 de outubro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sonho VII
Só me apetece voltar ao instante em que te toquei pela primeira vez. E viver tudo de novo. Não mudaria nada, foi perfeito à sua maneira.
Tenho saudades tuas!
Tenho saudades tuas!
terça-feira, 22 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Já foste
Perdoei-te tudo ou quase tudo. Perdoei-te os beijos que deixaste de dar, perdoei a falta que o teu sorriso me faz, a tua ausência, perdoei as horas mortas que te penso, os suspiros que me anunciam a carência de ti, perdoei a escolha que fizeste naquele momento em que estávamos a descobrir-nos por completo. Perdoei. Doeu. Arrancou-me um quarto da alma, roeu-me metade do coração...ainda assim perdoei. Mas (terrível mas...) não te desculpo injustiças. Não vou desculpar o quanto me magoaste ao pensares que podias tirar a razão que é minha por direito! Não te desculpo as insónias em que não me encontro bem de maneira nenhuma, as lágrimas que vertem até a cabeça gritar de dor, não te desculpo a arrogância de não saber pedir desculpa.
Por isso deixo-te por aqui. Faltam-me as forças para te continuar a carregar às costas do meu sofrimento. O fôlego, esse já o perdi há muito, mas chega de todo um esforço desnecessário. Moldo-te então como um-erro-tão-disparatado e quero apenas e só esquecer de vez que um dia fomos qualquer coisa.
Por isso deixo-te por aqui. Faltam-me as forças para te continuar a carregar às costas do meu sofrimento. O fôlego, esse já o perdi há muito, mas chega de todo um esforço desnecessário. Moldo-te então como um-erro-tão-disparatado e quero apenas e só esquecer de vez que um dia fomos qualquer coisa.
"É quando já não esperamos nada das pessoas que elas morrem no nosso coração."
sábado, 1 de maio de 2010
Há dias assim.
Em que estás. Simplesmente estás.
Penso em ti vezes sem conta, suspiro, respiro até com certa dificuldade. Porque em tudo o que faço vais estando, com o teu riso irritante com que eu tanto simpatizo, com esse gesto em que passeias a mão no teu cabelo abstracto mas pelo qual sou apaixonada, e a voz, a voz que me é insuportável. Faz-me rir. E faz-me também entender que te quero.
Resumindo, até porque escrever-te dói-me no meinho do peito, sei que temos saudades. Eu mais que tu parece-me óbvio, mas temos. Podes tentar despistar-me, ser sorrateiro, ou enganar-te a ti próprio mas eu sei que temos saudades! (sim, tu também.)
Em que estás. Simplesmente estás.
Penso em ti vezes sem conta, suspiro, respiro até com certa dificuldade. Porque em tudo o que faço vais estando, com o teu riso irritante com que eu tanto simpatizo, com esse gesto em que passeias a mão no teu cabelo abstracto mas pelo qual sou apaixonada, e a voz, a voz que me é insuportável. Faz-me rir. E faz-me também entender que te quero.
Resumindo, até porque escrever-te dói-me no meinho do peito, sei que temos saudades. Eu mais que tu parece-me óbvio, mas temos. Podes tentar despistar-me, ser sorrateiro, ou enganar-te a ti próprio mas eu sei que temos saudades! (sim, tu também.)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Transformaste-me numa criança, Diogo.
Pequena e carente das tuas mãos que me agarram pela cintura e me abraçam de um jeito só teu.
Sim, uma criança Diogo! Faço birras estúpidamente cómicas pela falta que me fazes à pele, choro, bato o pé com fúria por não te ter e salto, salto de euforia quando te vejo.
E o teu beijo? O teu beijo é o meu brinquedo favorito, o meu miminho! Só me apetece brincar com o teu beijo! Sou mimada, sou! Faço beicinho sim, por ti!
Tranformaste-me numa criança, Diogo.
Pequena e carente das tuas mãos que me agarram pela cintura e me abraçam de um jeito só teu.
Sim, uma criança Diogo! Faço birras estúpidamente cómicas pela falta que me fazes à pele, choro, bato o pé com fúria por não te ter e salto, salto de euforia quando te vejo.
E o teu beijo? O teu beijo é o meu brinquedo favorito, o meu miminho! Só me apetece brincar com o teu beijo! Sou mimada, sou! Faço beicinho sim, por ti!
Tranformaste-me numa criança, Diogo.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
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'Algum dia eu haveria de entrar na normalidade dos que te amam. Amo-te. E dói escrevê-lo (que é pior, meu amor, do que dizê-lo). Amo-te, absoluta, impossível e fatalmente. E ouço, adolescente, uma música adolescente, para me lembrar de ti, porque lembrar-me de ti é lembrar-me que não consigo esquecer-te. E ouço música porque ouvimos música quando amamos, e tudo, no amor, é música, acústica da alma que se quer ser devorada, e, neste caso, dor (tão deliciosamente insuportável) de amar sem sequência nem expectativa de contrapartida, amar unicamente o puro objecto que desgraçadamente amamos.
(...) E depois, afastamo-nos. Beijo-te a correr, não sei se já reparaste, e quase fujo, porque sair do pé de ti é regressar ao que não és tu, o teu olhar e as tuas mãos, a tua alma e a tua voz, e isso, meu amor, transformou-se no insuportável intervalo entre dois encontros.
Eu penso em ti, ainda mais do que te digo, e tu estás em tudo, mesmo quando não te penso, tu és a grande razão, o horizonte sem nome que constantemente se desenha na minha imaginação de mim.'
'Amor',
António Mega Ferreira
António Mega Ferreira
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Hoje
Hoje mergulhei em canções que ouvia quando tinha quinze anos
Hoje vi fotografias de pessoas que me foram muito
Hoje apreciei aqueles sorrisos que guardo em mim
Hoje ri ao relembrá-los
Hoje senti falta daquela felicidade que me transmitiam
Hoje quis fazê-los rir como fiz tantas vezes
Hoje tive vontade de saber deles
Hoje senti saudades da voz da Libânia
Hoje apeteceu-me voltar ao nosso cantinho
Hoje gostava de ter acordado para apanhar o 6 ao encontro deles
Hoje senti a tristeza por estarmos longe
Hoje entendo que eles foram peças raras da minha vida
Hoje sei o quanto significaram para mim
Hoje tenho-os comigo em pensamento
Hoje... Hoje quero escrever que nunca os vou esquecer!
Libânia. Rita. Ágata. João. Kanoxa. Joana.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Sonho VI
O que menos te gosto é quando me habituas a algo e logo em seguida deixas-me sem.
E sinto-te longe e isso mói o meu pensamento mais refundido. Estagno no vazio, e vou voando para um sítio que me é estranho e distante onde estás só tu. Tu e aquelas coisas em ti que não suporto, que magoam. Coisas.
Podias, devias até, ter mais em atenção aquilo que andas a fazer desfazendo. Entendes?
Não gosto. Traços teus que preferia, desejava mesmo, não ter conhecimento deles. Coisas. Tu não sabes, mas tens-me feito estar lá em cima no topo, para depois me empurrares cá para baixo. Onde estou agora a escrever estas palavras.
E sinto-te longe e isso mói o meu pensamento mais refundido. Estagno no vazio, e vou voando para um sítio que me é estranho e distante onde estás só tu. Tu e aquelas coisas em ti que não suporto, que magoam. Coisas.
Podias, devias até, ter mais em atenção aquilo que andas a fazer desfazendo. Entendes?
Não gosto. Traços teus que preferia, desejava mesmo, não ter conhecimento deles. Coisas. Tu não sabes, mas tens-me feito estar lá em cima no topo, para depois me empurrares cá para baixo. Onde estou agora a escrever estas palavras.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Já não está em questão se tu queres, ou se eu quero, ou até se ambos queremos. Isso já nem me diz muito, porque acho que sei de cor a resposta.
Mas não nos é permitido prosseguir com esta história imunda de carinho e prazer. O meu corpo aceita, quer-te seja de que jeito ou maneira for, pois, o meu corpo não exige mais do que lhe tem sido dado! Mas o coraçãozinho da alma? Esse está encolhido, porque te chora, porque lhe tem apetecido dar-te a mão e não largar mais... Entendes? E como a consciência me pesa por andá-lo a fazer sofrer, tenho de nos interromper, pôr o ponto final. Vá, que seja, reticências. Ajudas-me?
Mas não nos é permitido prosseguir com esta história imunda de carinho e prazer. O meu corpo aceita, quer-te seja de que jeito ou maneira for, pois, o meu corpo não exige mais do que lhe tem sido dado! Mas o coraçãozinho da alma? Esse está encolhido, porque te chora, porque lhe tem apetecido dar-te a mão e não largar mais... Entendes? E como a consciência me pesa por andá-lo a fazer sofrer, tenho de nos interromper, pôr o ponto final. Vá, que seja, reticências. Ajudas-me?
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