domingo, 11 de dezembro de 2005

...
Leva-me,
beija-me,
pega-me um segundo.
Agarra-me,
deixa-me
viver no teu mundo.
Mostra-me,
encosta-me
na paz do momento.
Guarda-me
no nada,
É nosso este tempo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Noite de glória.


Fica aqui 'registado' a grande vitória sobre o Manchester United.
Ganhámos com glória. Ganhámos pelo suor, pelo esforço, pela coragem, pela humildade de uma equipa de heróis, de grandes homens.
A noite gloriosa de ontem, foi uma 'pequena grande' prova que somos capazes de tudo, e que somos e sempre seremos o GLORIOSO! Posted by Picasa

Eu quero-te.

Eu quero tocar-te, eu quero beijar o teu sorriso, eu quero partilhar os meus segredos contigo, eu quero passear de mão dada contigo pela cidade, eu quero rir alto contigo, eu quero acariciar o teu cabelo, eu quero olhar-te nos olhos e transmitir-te segurança, eu quero andar às tuas cavalitas, eu quero correr para tu me apanhares, eu quero andar à beira-mar contigo, eu quero rodopiar nos teus braços, eu quero dar-te carinho, eu quero secar as tuas lágrimas sempre que for preciso, eu quero perder-me no teu abraço, quero fechar os olhos e sentir os teus lábios roçarem nos meus, quero sentir a tua pele, eu quero sentir as batidas do teu coração, eu quero fazer-te cócegas, eu quero amar-te, eu quero que tu me ames.

Eu quero-te a ti.

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Uma pequena perfeição.

O teu corpo 'encaixa' no meu abraço.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

Gosto de pensar assim...

Hoje tive a certeza duma coisa.

Depois de estar muito tempo a pensar no quanto eu quero uma coisa, no quanto eu faço ou queria fazer por isso, no quanto eu desejo por 'essa coisa', cheguei à conclusão que aquilo que é nosso será sempre nosso.
Podemos lutar, podemos ganhar ou perder, mas o que foi feito realmente para ser nosso, é.
As coisas pelas quais lutamos e muitas vezes perdemos, não eram nossas. Porque aquilo que nos pertence acabamos por ganhá-las... sempre.
O que tiver que acontecer acontece... e tu não és excepção.

sábado, 19 de novembro de 2005

A vida tem destas coisas.

A vida é feita de altos e baixos, a vida muitas vezes parece-nos injusta, a vida muitas vezes não é vida. Mas temos que a viver mesmo assim, temos que nos arrastar, temos que lutar, temos que rir, temos que chorar, temos que gritar, temos que sobreviver... Temos que ter sempre força para seguirmos o nosso caminho. E a verdade é que damos muitas cabeçadas, damos muitas quedas, mas temos sempre que reunir a coragem necessária para levantar e seguir para a próxima queda. A vida é feita destas coisas. Tudo isto para dizer que a vida não é perfeita, nunca nada é perfeito, mas estamos aqui.

quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Rita

Diminutivo de Margaret, ou do italiano Margherita (Margarida). Faz alusão a determinadas atitudes relacionadas com a tenacidade e com a força de vontade. É próprio de pessoas que se sacrificam ao extremo quando estão convictas de que há uma razão para isto. Do italiano "forma popular de Margarida".

Estava eu a passear no blog da minha Ritinha preferida e vi este pequeno texto sobre o meu nome, então com a devida autorização, coloquei aqui também. :)

www.agarotinhadasasas.blogspot.com

domingo, 13 de novembro de 2005

Ainda bem que há dias assim...

12:00h - Acordei.

12:10h - Levantei-me.

12:20h - Fiz o pequeno-almoço na companhia do meu irmão (excelente companhia).

12:30h - Eu e o meu irmão, sentamo-nos a ver um documentário sobre Hitler (opá por acaso até gostei, o homem teve mesmo sorte e era mesmo 'bué' mau.)

13:00h - O meu irmão vai-se refugiar mais uma vez nos seus lençóis e eu segui-lhe os passos e deitei-me ao lado dele. Opa... que expectáculo, adormecemos outra vez.

15:30h - Acordamos cheios de fome, como a casa estava deserta, sem os paizinhos (que foram passear) arrastamo-nos para o carro, para ir ao McDrive buscar comer.

16:00h - Almoçámos.

16:20h - O meu irmão, foi-se embora para ir ter com a namorada. Conclusão... fiquei sozinha. Fui um bocado para o computador escrever sei lá o quê...

17:00h - O pai e a mãe chegaram.

17:30h - Sento-me no sofá com o meu pai para ver 'Speed - perigo a alta velocidade', epá... curto 'milhões' o filme e ainda me ri com o meu pai.

E agora estou aqui na net e daqui a bocado vou dormir... opa que dia de descanso, foi mesmo o dia todo sem fazer nenhum. E de vez em quando dias assim fazem bem. :)

Ainda bem que há dias assim...

terça-feira, 8 de novembro de 2005

Perdemos tudo.


Chegámos ao nosso limite. Choro porque sei que nos estamos a perder da nossa amizade, estamos a afastar-nos muito mais do que é possivel. Estamos longe e não conseguimos andar no caminho que nos salva, que salva a nossa amizade.
Estou triste, porque sei que te estou a perder e não podemos fazer mais. Já nos magoámos muito, chegámos ao limite da dor entre nós. Nao há nada a fazer.
Eu até posso tentar recuperar o caminho para ir ao teu encontro mas as forças estão a falhar... O erro não é teu, o erro não é meu, o erro é nosso. Dos dois. Eu já compreendi isso, e tu? Quando irás compreender que é 'nosso' o erro que nos afasta...
Já fomos inseparáveis e perdemos isso, já fomos confidentes e perdemos isso, já fomos tudo e agora somos um nada frio, distante e vazio.
Os sorrisos, as lágrimas, as batidas do coração que me fazias dar pela nossa cumplicidade, o sonho de seres 'perfeito' e eu acreditar (porque tu assim me fazias sentir) que era 'perfeita', foi tudo esquecido pelo nosso afastamento.
A nossa amizade era das coisas mais preciosas e únicas que tinha e perdemos. Perdemos tudo. E é também por isto que choro... porque te perdi meu grande amigo. Posted by Picasa

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

Aconselho:

- A ouvirem ENIGMA.

É qualquer coisa de maravilhoso, são músicas lindas que nos fazem relaxar, reflectir, faz de tudo um pouco para o nosso bem.
Como o meu irmão diz "estas músicas fazem-me bem à cabeça"...

Aconselho mesmo :)

As coisas tais como elas são...

Estou sinceramente muito mas mesmo muito cansada. Cansada de provar ao mesmo tempo, tantos sabores amargos, cansada de chorar sozinha sem ninguém perceber, estou cansada de procurar encontrar uma resposta e não conseguir. Estou realmente farta das coisas tais como elas são e têm sido.
Estou cansada, farta, magoada e desiludida. Depois de muito reflectir sobre aquilo que tenho andado a sentir, cheguei a conclusão que não dá mais, não dá mais para suportar algumas situações que têm, aos bocadinhos, dado cabo de mim...
Então cheguei à conclusão que estou mesmo magoada e como não posso 'cobrar' nada a ninguém vou simplesmente esquecer! Ou pelo menos tentar. Esquecer as mágoas, as desilusões, vou esquecer tudo ou se não conseguir esquecer, vou guardar num cantinho muito apertado da minha alma muito ferida.
Estou mesmo farta das minhas lágrimas e do aperto que sinto no peito, todos os dias de manhã. Pensar que tenho de deixar algumas pessoas que gosto muito custa-me bastante mas essas mesmas pessoas são um grande bocado da minha dor. E assim, não consigo continuar... não posso mesmo.
Sei que não estou sozinha, sei que tenho amigos do meu lado... e isso basta-me.
Perdoem-me se estou a ser má, mas vou começar a pensar mais em mim. Porque se não... não vou aguentar mais.

Obrigado aos que estão do meu lado.

quarta-feira, 2 de novembro de 2005

Quando o telefone toca...


Posted by Picasa
Sempre que o telefone toca, sinto um aperto no peito e sinto o terror puro a percorrer cada pedaço do meu corpo.
É por saber que a qualquer momento, uma trágica noticia vai chegar a mim, uma noticia que tenho a certeza que é inevitável. Então tremo a cada vez que toca o telefone com a dor de imaginar que ela vai chegar naquela hora.
Queria tanto ter forças para evitar isto, mas não tenho. Ninguém tem.
Queria poder acordar deste pesadelo, e enfim... respirar de alivio porque não passava de um mau sonho. Mas não dá para acordar, não dá para ter esperanças. Apenas temos que esperar pelo momento de chorar mais uma perda... Uma perda que não podemos adiar, não podemos evitar. E dói, dói demais saber que não podemos fazer nada, dói saber que a qualquer momento vamos sofrer muito mais do que aquilo que já estamos a sofrer.
E a mim... a mim dói ainda mais saber que alguém que quero muito vai sentir-se sem chão, vai perder todo aquele brilho, por causa da dor que sente e vai sentir. Se pudesse, sofria tudo por ele. Juro que não ia deixar que ele se magoasse mais do que já está. Juro que queria poder desenhar um sorriso nos lábios dele e conseguir semear a paz no interior dele.
Grande fraca... não sou capaz. Não consigo. Essa vontade não pode passar disso porque foge a minha força para te ajudar. Mas eu vou continuar a tentar... eu prometo.
Quando o telefone toca... fecho os olhos e tento ouvir a minha mãe a respirar fundo, porque ainda não chegou a má noticia. Quando o telefone toca... fecho os olhos...

terça-feira, 1 de novembro de 2005

Ódio?

Ódio por ele? Não... Se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto...

Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Como um soturno e enorme Campo Santo!

Ah! Nunca mais amá-lo é já bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!

Ódio seria em mim saudade infinda,
Mágoa de o ter perdido, amor ainda.
Ódio por ele? Não... não vale a pena.

Florbela Espanca

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

ESTOU AQUI PARA TE DAR TUDO DE MIM, TODA A MINHA AMIZADE.
COMO SEI QUE TU ESTÁS AÍ PARA MIM...

sábado, 29 de outubro de 2005

29 de Outubro.

Ando sem forças para escrever seja o que for, e mesmo que tente, não consigo. Ando demasiado em baixo e não consigo ter reacção a tudo o que se passa comigo ao mesmo tempo. Mas este dia, apesar de carregado de nuvens negras e de estar coberto por um céu cinzento, apesar da tristeza em que eu e todos os que amo vivemos neste momento, este dia é especial. Ou pelo menos, há cinco anos atrás foi... marcou-me, e representa muito para mim. Muito mesmo.
Portanto queria deixar aqui isto 'registado'.
É um dia especial por nós e nunca esquecerei aquele dia de Outono em que te descobri.

quinta-feira, 27 de outubro de 2005


Um anjinho em forma de diabinho :)  Posted by Picasa

Apenas uma recordação perdida.

Ao deixar-me envolver num som triste, tento perceber o porquê de ter ficado presa a uma lágrima, ou a um desabafo.
É por ti. Estou chateada, estou magoada e faltam-me as palavras para te dizer tudo aquilo que sinto.
Perdi-me na ilusão de um sonho, acreditando sempre em ti, querendo sempre acreditar. Era no fundo o que me restava, acreditar em ti. Mas tu falhaste. No momento em que precisei de ti, dos teus braços para me apanhares, estavas ausente. Deixaste-me cair.
Agora que penso na "nossa" história só me pergunto uma coisa.
O que é que eu fui para ti?
Era apenas isto, que eu gostava de saber.
Ainda hoje recordei tantas coisas boas, tantos sorrisos, tantos beijos, tantos carinhos só nossos. Dei por mim a sentir saudades, dei por mim cheia de vontade de correr o mundo à tua procura, dei por mim a tentar chamar o teu nome. Mas, a minha voz já não reconhece o teu nome, melhor assim.

Eu sei que já vezes sem conta, disse que nunca mais ia falar dele, mas não consigo. Porque por muito que eu tente lutar contra o sorriso dele que muitas vezes me persegue, eu falho sempre. Então decidi assim, sempre que tiver 'aquela' necessidade triste de escrever sobre ele, eu escrevo.
E eu sei, sei que não é a ele que eu quero. Já quis, mas não quero mais. O que me resta dele, são apenas as recordações. Então não me deixo prender a ele, nunca mais...

sábado, 22 de outubro de 2005

Casa

Era tudo quando ela me dizia,
“Benvindo a casa”, numa voz bem calma
Acabado de entrar, pensava como reconfortava a alma
nunca tão poucas palavras tiveram tanto significado
e de repente era assim, do nada, um ser iluminado -
e tudo fazia sentido, respirar fazia sentido,
andar fazia sentido, todo o pequeno pormenor em pensamento perdido
era isto que realmente importava,
não qualquer outro tipo de gratificação
Não o quanto se ganha,
não o bem que dizem de nós não
um novo carro, não uma boa poupança,
nem sequer a família, ou a tal aliança - nada…
Apenas duas palavras, um artigo,
formavam a resposta universal
A minha pedra filosofal
Seguia para dentro do nosso pequeno universo
Um pouco disperso - pronto a ser submerso
Naquele mar de temperatura amena que a minha pequena
abria para mim sempre tranquila e serena, ena…
Tento ter a força para levar o que é meu
Sei que às vezes vai também um pouco de nós
Devo concordar que às vezes falta-nos a razão
Mas nego que há razões para nos sentirmos tão sós
Vem fazer de conta eu acredito em ti
Estar contigo é estar com o que julgas melhor
Nunca vamos ter o amor a rir para nós
Quando queremos nós ter um sorriso maior
Bem-vindo a casa dizia quando saia de dentro dela
O bonito paradoxo inventado por uma dama bela
Em dias que o tempo parou, gravou dançou,
não tou capaz de ir atrás, mas vou porque sou trapalhão,
perdi a chave e já nem sei bem o caminho
nestes dias difusos em que ando sozinho
e definho à procura de uma casa nova
do caixão até a cova o percurso é duro em toda a linha,
sempre à prova o calor é um alimento que eu preciso
o amor é apenas um constante aviso
se sabes que eu não vivo dessa forma
tu sabes que eu não sinto dessa forma
Por isso escrevo na esperança que ela
ouça o meu pedido de desculpas de Socorro de abrigo
não consigo ver uma razão para continuar
a viver sem a felicidade do meu lar da minha casa,
doce casa, já ouviram falar?
É o refúgio de uma mulher que deus ousou criar
Com o simples e unico propósito de me abrigar
Não vejo a hora de voltar lá para dentro, faz frio cá fora
Faz tanto frio cá fora que eu já não vejo a hora…

Da Weasel

Porquê, não sei... mas sempre que ouço esta música lembro-me do pessoal maravilhoso com quem convivo todos os dias. Esta música transmite-me os sorrisos, as brincadeiras... faz-me relembrar os nossos momentos. Não tem nada a ver a letra, eu sei... nem a música, mas não sei.
Apenas sei que sempre que ela me delicia os ouvidos lembro-me deles... portanto deixo-a aqui para eles. :)
Adoro-vos (cada vez mais... a todos)*

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

Abismo.



Eu sinto-me assim...
Sinto-me à beira de um abismo. Sinto o vento, sinto-o a gritar as minhas mágoas, sinto-o a tentar empurrar-me, a empurrar-me para o nada, para o fim...
Sinto os meus braços erguerem-se para te agarrarem num abraço, ao qual tu escapas. Estás a ir-te embora e aquela vontade de me atirar invade o meu ser com mais força. Sinto as lágrimas a molharem-me o rosto, sinto o medo a percorrer-me o corpo, sinto-me fraca. Sinto-me sem ti. Ouço o rebentar das ondas, elas chamam pelo meu nome, elas gritam pelo meu corpo. "Atira-te, vem, vem até nós", berram elas.
Fecho os olhos... para quê prolongar esta dor dentro de mim? Pergunto-me eu... para quê?
Habituei-me a ti de tal maneira, que me prendi. Agarrei-me a ti. E agora... não me consigo libertar. Hoje tive essa certeza. Não sei viver sem ti... Não sei. E não suporto a ideia de todos os dias, a todos os segundos, o meu amor por ti crescer. Não mereces. Estou magoada, estou sem reacção a nada, nem a ti. Estou à beira de um abismo.
Não sei viver sem ti... Posted by Picasa

domingo, 16 de outubro de 2005

Parabéns.

Parabéns a voçê,
nesta data querida
muitas felicidades...
muitos anos de vida.
Hoje é dia de festa,
cantam as nossas almas
para a menina...
Lidia, uma salva de palmas!

Parabéns mãe*