segunda-feira, 19 de maio de 2008

:)

domingo, 4 de maio de 2008

Desvaneio...

Desaprendi a expressar-me pelas letras. Mas invadiu-me uma súbita vontade de expulsar o que me enche os braços da alma para o mundo... Só me apetece escrever desvaneios, coisas sem nexo nenhum, mas ainda assim escrever!
Pessoas. Pessoas que me preenchem os dias compridos, que me adoçam o estar, que são o meu sorriso estupidamente cheio de cor berrantes. Tão berrantes que se desencontram, que na verdade nem combinam, mas que me pintam o sorriso na perfeição. Perfeição! Palavra simples imunda de complexos, aliás, palavra quase irreal de tão absurda e verdadeira que é. Perfeição. Existe ou não? Pergunta estranhamente dificil de responder. É relativo, cada ser-humano tem o seu ideal, a sua definição de perfeição. Eu? Isto conduz-me ao início: pessoa. Sim, eu toco na perfeição quando alguém me olha com o sorriso, me leva a um outro lugar quando me segura a mão, quando apenas está junto a mim. Seja em silêncio, seja no som de uma gargalhada, ou ao som daquela música. [Não, não quero esvrever este meu desvaneio.] Pessoas. Pessoa, alguém, um ser, pessoas. [ele chega de fininho ao meu pensamento e senta-se, doce, deixa-se ficar.]

Eu queria escrever, queria mesmo, mas não consigo que nada me saia como quero. Porque transforma-se tudo no que sou enquanto estou com ele. Só isso. Não tem havido mais nada para além disso...
Pessoa, sorriso berrante, perfeição, momento, riso: Ele.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

É tão mas tão isto.

As coisas vulgares que há na vida
não deixam saudades
só as lembranças que doem
ou fazem sorrir.
Há gente que fica na história da história da gente
(...)
São emoções que dão vida
à saudade que trago.
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder...
Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste não posso esquecer.
A chuva molhava-me o rosto
gelado e cansado.
(...)
A chuva ouviu e calou meu segredo à cidade,
e eis que ela bate no vidro trazendo a saudade!

Mariza

domingo, 23 de março de 2008

Amo-te

quarta-feira, 5 de março de 2008

Tenho o coração tão pequenino. Amachucaram-no como se de uma folha de rascunho se tratasse. Pontapearam-no, abriram feridas que me sugam as forças, a dor aperta-me e já não sei como travar estas lágrimas que me molham o rosto...
E compreender? Não me sinto capaz. De entender o porquê de me fazerem isto.
Já sei, sim estou cansada de saber, que são estes pequenos desvios que me vão dar o caminho mais acertado, mas sinceramente esgotaram-me o bom-senso e começam-me a falhar as esperanças de um dia conseguir. Custa-me mais que tudo, só ter o pensamento de desistir, de virar costas, de deixar estar. Mas não sei como reagir, como despertar para um novo começo. Mais um. Doeu demais. Tudo. Perceber que as pessoas podem ser muito más, confissões dolorosas, descobertas infelizes, lágrimas e traição...
E compreender? É-me impossível!



(Ainda há os pequenos momentos que me seguram. Quando ele me sorri tudo me parece melhor.)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

OBRIGADO

Obrigado,
pelos sorrisos perdidos no meio da multidão,
pelo miminho tão doce,
pelos olhares que se vão chocando,
pela saudade até,
pelo carinho que me ofereces,
pelas sensação tão agradável de receber uma mensagem tua,
pelas gargalhadas espontâneas que me arrancas,
obrigado não me chega para te dizer o quanto te tornas a cada instante,
mas... obrigado, obrigado, obrigado!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Um possível Fim

Canso-me do que escrevo. Talvez por estar cansada do que tenho sido e do que vou sendo. E se tento desenhar o meu mundo em letras só me dá mais vontade de desistir. Esgotaram-me o pensamento. Saturação. Fico-me por aqui!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Amizade

Partilho contigo o meu melhor sorriso,
a ti desenho a minha realidade.
Junto a ti desabafo a minha mágoa mais triste,
o teu abraço recupera-me sempre da solidão.
A tua mão apanha-me do chão,
e o teu toque impede-me de escorregar no abismo.
Preenches o nosso tempo com o afecto que me acarinha,
a tua verdade faz-me acreditar de quem sou.
Preservo cada instante, cada sorriso, cada gesto e olhar compreendido,
guardo tudo com todo o meu carinho, como se se tratasse de peças raras, aliás são mesmo.
Estás comigo mesmo quando não te toco,
acompanhas-me, lado a lado, ao longo do meu caminho.
Respirando bem fundo, grito ao mundo, és meu Amigo.
Que gosto em poder afirmá-lo e senti-lo sempre que me olhas e me dás um sorriso.
Estou contigo (naquele para sempre que na amizade eu acredito que existe)!

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Desisto desse 'nós'.
(Que insistes em querer me fazer acreditar que é o melhor. Não é!)

sábado, 8 de dezembro de 2007

Impulsos!
(Será que os vou conseguir controlar?)

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Tenho a confessar-te que detesto esse teu sorrisinho parvo que me agarra pelos braços cada vez que te empurro.
Incomodam-me os teus olhos quando me persegues os movimentos e porque sabes que fico sem saber como dar o passo seguinte.
Enervas-me o riso, deixa-lo sem jeito perante os outros e vais-me intimidando os gestos como se deles tivesses receio.
Sempre que te olho brincas com o meu olhar, achas graça e arrancas-me à força toda a minha atenção. E eu dou. Porque não consigo desviar-me... afinal enches-me de bem estar, sinto-te perto e gosto.
Continuas a irritar-me o bom-senso, falhas-me a concentração no que é correcto, mas não te sei negar... Por isso não gosto de ti...
'Ele é tão estúpido mas gosto tanto dele'.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

"Os dias passam e a vida fica cada vez mais cheia de ausências!"

sábado, 1 de setembro de 2007

Momento.


E ele com muito carinho sussurrando-lhe as palavras num beijo diz-lhe devagarinho:
Todo teu e só teu... há muito tempo. Tu sabes.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Amor

O verdadeiro amor faz-se sentir quando somos inexperientes de qualquer sentimento, quando somos inocentes, quando sonhamos com a tal pessoa e acordamos a tremer, quando tudo o que desejamos é estar ao lado do nosso amor.
"Ele é tão estúpido, mas gosto tanto dele!"

Desde o carinho imenso do primeiro beijo, ao olhar compreendido, ao andar de mãos dadas no meio da rua. Até ao simples facto de acreditar mesmo que ficamos por ali, que mais ninguém pode fazer tanto sentido na nossa vida, que só saberemos ser felizes ao lado daquele ser-humano que amamos e nos ama. Chorarmos horas no escuro a pensar nele, sentirmo-nos sem chão quando ele vai embora, ficarmos sem forças quando nos magoa e perdoar sempre sem hesitar. E prometermos o para sempre com toda a nossa sinceridade.
"Amo-te para sempre amor, não sei viver sem ti, és tudo para mim."

Sim, realmente sei que isto existe. Mas quando descobrimos a nossa essência.
Eu amei, sei que amei demais, quis, lutei e sofri muito. Fui completamente apaixonada pelo meu verdadeiro e único amor. E sim fui ridícula. Disse-lhe que o iria amar para sempre. E mais absurdo ainda: acreditei mesmo que ia ser assim, com ele até ao fim.
Hoje em dia já não confio na existência dessas coisas, já não há o tal verdadeiro amor, há sim uma necessidade extrema de nos sentirmos bem com alguém, protegidos e termos a doce ilusão que somos "amados". Que nos querem tal qual somos. Mas não passa disso mesmo, ilusão, necessidade, carência. Porque o amor? Esse, de facto, não está por estes lados...
"És fantástica, nunca conheci ninguém como tu, mas não dá. Não me consigo agarrar."

É fodido. É mesmo. Ser tão cruel, tão fria, tão sem substância nestas merdas mas foi assim que o meu amor, o tal em que eu dei tudo de mim, em que sofri mas suportei, o tal pelo qual eu fiz e faria tudo, me moldou.

Hoje em dia gosto mas solto-me assim que me vejo presa, e vou estando assim. Gosto muito dele, quero-o, sinto falta, mas sei viver bem sem. Desculpa mas fizeram-me assim.
Amor? Só mesmo aos treze anos.

É fodido.

domingo, 12 de agosto de 2007

Revolução

As amarras que outrora me prendiam os sentidos…
as tais que me sufocavam a ponto de não querer respirar
e me lambiam os olhos de lágrimas geladas,
essas mesmas que me chicoteavam o bom-senso, me cegavam da razão,
aquelas que me impediam de caminhar no rumo certo
desprendi-as com a ponta dos dedos da coragem que me assolapou.
Escondi o que me faz fraquejar
atrás do meu mais sincero sorriso,
guardei memórias no baú do passado longínquo.
Ergui-me, construí novas etapas a conquistar e tracei o verdadeiro trilho a seguir.
Os medos, as ilusões, os percalços,
tranquei-os do lado de fora com a chave da minha paz interior.
São os primeiros passos que dou
para me reencontrar, para me cuidar, para me fazer feliz.
A quem permanece do meu lado,
darei sempre a minha mão repleta de carinho e amor,
sem receio de andar em frente.
Mas esta sou eu,
solta e renovada, espero eu…

segunda-feira, 16 de julho de 2007

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Uma maravilha :)

Recordas-te do primeiro toque? Toque trémulo que acalmou, quando me roubaste o beijo que nunca mais me devolveste. Sorrio inevitavelmente. Lembrar como tudo começou, dá-me aquela sensação boa que me faz ter certeza que nunca me irei arrepender. Porque foi fantástico, porque à sua maneira continua a sê-lo sempre que estou contigo. Do teu lado sinto-me bem, fazes-me rir mesmo quando os olhos pesam das lágrimas, ouves-me e tentas sempre dar o incentivo que necessito, suportas as minhas carências, mimas-me. Dás-me a mão sem hesitar e à tua maneira amparas-me! Já me desiludiste, já me falhaste... mas quem nunca o fez? Sei que em nós encontro uma amizade sincera, não luto por mais porque não deixaste, mas nunca te irei perder. Prometes? Acho que sei a resposta.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Parabéns

[nunca te esquecerei e muito obrigado pelas palavras :)*]

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Bom ou mau?

Tenho andado às voltas perdida, algo me tem sugado o pensamento e perturba-me. Deixei o corpo cansado cair na incerteza. Mas no instante em que seguro as lágrimas na ponta dos dedos, eu sei! Sei que és tu quem eu quero. E que já não posso nem consigo estar sem ti...


[Se soubesses como te preciso, como gosto de ti... mas tanto.]

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Escolhas

Agitada que estou, danço com a pouca calma que me resta na tentativa de me concentrar. As palavras fogem a uma velocidade feroz, o coração treme de tristeza e a vontade de cair no fracasso das lágrimas torna-se demasiado intensa. Mas peço-me tranquilidade e subitamente mergulho na minha realidade.
Ingrata seria se desprezasse tudo o que ele fez por mim. A garra com que sempre lutou pelo meu sorriso, como sempre se debateu com a angústia que tantas vezes me agarrou. A forma como me amparou as quedas, aquele abraço que não me deixou sozinha, as gargalhadas que me seguraram, a mão que eu pensava estará sempre unida à minha.
Mas de repente observo o que nunca pensei ser possível. O rosto que sempre me dera aquela expressão carinhosa, dava-me agora frieza. Palavras ditas com toda uma força negativa, que me atingiram, me magoaram como já outros o fizeram. Esses mesmos que sempre detestaste.
É isso que não consegues ver. A maneira como criticas o que eu gosto, como me deitas abaixo, como vibras com intrigas, como chegas a ser incoerente. Não aceitas que estiveste mal.
Só eu sei o quanto me dói estar longe de ti, mas que alternativa me dás quando tu mesmo já fizeste a tua escolha?
Preferiste apoiar quem não tem credibilidade (conheci-a assim por ti, pelo que dizias), preferiste ficar de costas viradas para o que eu sinto. Não te vou julgar por teres optado assim, fazes o que quiseres, mas rói-me a alma saber que não estás aqui do meu lado. Pela nossa amizade.
Já te deste muito a mim, sei bem disso, e por isso fiz uma escolha também.
Os meus problemas, as minhas angústias, o meu momento mais triste... nunca mais serão um obstáculo para ti. Acredita. Afasto-me para não te magoar mais, para não ser mais uma vida a amparar, para ser menos um peso nas tuas costas.
Do fundo do meu coração, obrigado por tudo o que fizeste por mim. Serás sempre aquela pessoa especial.

Despeço-me com a lágrima gelada a passear-me no rosto...

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Confiança

Eu: Sei bem o que és para mim. Es tu o meu amigo, é a ti que confidencio tudo o que sou e o que é a minha vida, é a ti que conheço.

Tu: E é de mim que gostas, e é por mim que és gostada (não sei se existe)... Mas é a verdade...


terça-feira, 5 de junho de 2007

De mãos dadas contigo

sábado, 26 de maio de 2007

Quero rir, tenho-te

Porque tinha que ser

Os momentos que passo ao lado dele, é oferecerem-me um sorriso para colar no rosto.

Desabafei eu naquele tom de pura felicidade, em um qualquer dia, em que te adorava. E era mesmo assim. Recordo os minutos que nos oferecemos, na magia de cada beijo, no sorriso que fazia disparar o meu coração. Na confiança que nos era querida e sincera. Foste tanto.
Ontem vi-te.
Tocamo-nos agora constrangidos, desejando despachar os segundos aterrorizadores que nos levam a estar próximos, a voz some-se, o riso que era estridente passou a ser um riso nervoso.
O que sinto?
Coração pequenino. Perdi-te no dia em que nos beijámos, enquanto a chuva caía mantendo-nos assim naquele abraço tão nosso.
Guardei-te num cantinho, mas segui a minha vida por um caminho em que quero continuar a dar passos grandes. Aquele caminho...
Será que és feliz?
Não sei.
Mas sei que no fundo, eu sou. Serei sempre que conseguir erguer-me das pequenas quedas que dou.
Obrigado por me teres dado tanto, aprendi bastante. Adeus.

sábado, 12 de maio de 2007

Hum?

Porque te quero sempre mais a cada instante a teu lado, porque só me apetece dizer-te que desejo ficar contigo, porque já não me consigo ver sem ti, porque não vou saber deixar-te!
Será amor? Afinal o que é o amor?
Não será o sorriso que me dás, este aperto gostoso, esta vontade louca por ti?

quarta-feira, 9 de maio de 2007

Perfeito

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Só um pensamento

Dou por ti a beijar-me o coração de forma carinhosa, a pintar sorrisos no rosto da minha alma, a encher o meu peito daquela sensação que faz uma pessoa se sentir numa outra esfera que não aquela cruel onde respiramos.
Será que me estou a apaixonar por ti?

domingo, 1 de abril de 2007

O que vai cá dentro...

Nunca tive o toque essencial para saber brincar com as palavras, para colorir as letras conforme o que me guia a alma, ou até mesmo para revelar sentimentos. Só que neste momento apenas meu, há em mim uma necessidade avassaladora de tentar jogar com o que sinto.
Confesso que hoje foi um dia triste. Dei por mim a lembrar demais, a dar importância em exagero ao que realmente não interessa, a deixar-me molhar por lágrimas que não me deveriam pertencer. Hoje parei mais que uma vez no tempo, a observar um horizonte que realmente não conseguia alcançar, a tentar agarrar o vazio... porque hoje faz um ano que algo aconteceu. Não consegui ignorar esse facto e deixei-me mergulhar em lembranças que me ensinaram bastante, e tive a certeza do que agora esse alguém significa. Um pontapé para o futuro, um sorriso que me segurou precisamente quando estava a cair, um alguém que me fascinou como nunca ninguém o tinha feito. Com ele partilhei tudo o que sou, e fui feliz. Não resultou. Mas hoje ao jogar este jogo de sentimentos e ao montar as peças do passado brincando com momentos, senti o alívio de perceber que não lamento mais por ter terminado. Porque não era para ser, porque não era ao lado dele que iria viver o meu futuro. Chego a conclusão que não fui eu que perdi, nem ele. Simplesmente ganhamos os dois. Mas cada um no seu caminho.
Agora encontro-me ao lado de alguém que simplesmente adoro. Desconheço o meu amanhã, mas sei que hoje quero-o com todas as minhas forças. Apercebi-me que não devo nem posso desistir, só porque algo no passado falhou... Amarrei o medo num canto escuro, e ofereci a minha mão repleta de oportunidade a quem hoje me faz sorrir! Porque o adoro em todos os nossos momentos, porque o quero sempre mais a cada beijo, porque me faz sentir viva. Decidi aceitar o desafio e arriscar. Se cair novamente?... Levanto-me, como nunca o deixei de fazer nas outras vezes.
Apenas um desabafo!

quarta-feira, 21 de março de 2007

Carrossel


Andar de carrossel às 6 da manhã pode mudar a tua vida sem mais nem menos, apanhar-te de forma algo desprevenida, pôr tudo em perspectiva e apontar aquela tal saida que sempre esteve lá mas por alguma razão passou despercebida… é como ouvir o summer madness pela primeira vez, o deslumbramento de apreciar quem se gosta na sua total nudez, o primeiro olhar de um recém-nascido que te tira do sério, um rebelde para lutar contra o império, ou mais um janado? Não, agora a sério tou a enumerar algumas das coisas que me dão vontade de seguir em frente num mundo que dá ideia de estar a ficar demasiado deprimente fica esperto eu sei que te dói se calhar a mim até me dói mais mas descarrego onde posso não descarrego nos outros nos demais…

Belos dias na descontra,
o bilhete é só de ida - não há regresso no carrossel


Fim-de-semana e depois do jantar é prato quente para sobremesa. Boy, neste restaurante é à vontade é mesmo em cima da mesa. Dou um time na casa de banho do l mas baza até ao k… Tá multidão à porta mas entramos de socapa, tamos na hora da comunhão, uma bubble nunca fez mal a ninguém. Meto a hóstia na boca e agradeço a deus por um feeling tão sebem. É justo que possa extravasar da maneira que me der na real gana desde que não prejudique terceiros e que não dê nenhuma cana. Tenho uma lágrima no canto do olho como o bonga, ou o bana… As vezes dá-me para isto fico sentimental, merda, que carraspana.Já tou a beijar todos os meus amigos e a dizer que os amo.
Toda a gente sorri porque toda a gente está bem, sabes bem que é assim que eu gramo…

Belos dias na descontra
o bilhete é só de ida - não há regresso no carrossel
Da Weasel

sexta-feira, 2 de março de 2007

terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Palavras tuas

"Encontrei uma palavra que define metade daquilo que estou a sentir: sonho.
Mas é fraquinha para definir por completo!"

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Presente.


A vida é feita de pequenos momentos. E precisamente até este minuto em que penso em ti, só me proporcionaste coisas fantásticas. Momentos de carinho, de atenção, de paixão... instantes sérios, outros imundos de riso. Ao teu lado encontro-me sempre cheia de sensações, misturas. Sinto-me tão eu contigo. Quero-te, desejo-te, sinto-te cá dentro... no meu pensamento. Daqui não vais embora, vieste e queres ficar. Obrigado, ainda que isto nosso não se agradeça, por me fazeres sorrir desta maneira, por me abraçares a alma. És muito!

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007

A vida, o destino, o momento, sei lá eu o quê, quis que fosse assim... Devo fugir? Ficar? Sorrir ou simplesmente sentir-me mal com isto? Mas se outros não se preocupam, porque me sinto na obrigação de preocupar? Porque não agarrar o tempo e vivê-lo à minha maneira? Porque não?
...time is running out!

domingo, 10 de dezembro de 2006

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Sou livre. Chega de me agarrar às pessoas, criar dependências, de não me valorizar. É o momento de me olhar e sentir-me bem com o que observo, sorrir-me, viver para mim. Não quero mais recuar sem necessidade, não quero ter que pensar em certas pessoas antes de dar algum passo, não vou dar mais do que aquilo que recebo... Esta sou eu, solta e renovada, que quer brilhar ao mundo!

sábado, 18 de novembro de 2006

Eu e Tu.

Cativas-me a vontade de ficar, de me permanecer sem hesitar.
Sorris-me com esse querer tão doce por mim…
Queria largar-me de medos e culpas e abraçar-me ao que realmente quero.
Não suporto perder-te e não te deixo seguir,
prendi-te à minha dúvida
deixando-te assim derrotado perante o meu inconstante ser.
É por isto que me condeno… por te magoar o sorriso,
por ferir essa tua esperança de nós.
Perdoa-me este meu eu incerto, não te permitas desistir, não vás embora.
Não tu…
Quero que sejam os teus olhos a observar aquilo que outros não vêem,
quero que seja a tua mão a alcançar-me do abismo,
quero que seja a tua metade a completar a minha.
Não nego toda a minha vontade por ti,
mas estarás tu disposto a suportar?
Vamos tentar?

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Não me aguento.

domingo, 8 de outubro de 2006



- Preciso de me reencontrar.

- Eu procuro-te.

quinta-feira, 5 de outubro de 2006

Fim.

Sim, confesso que até hoje sempre tive a esperança de voltar a ficar contigo. Sempre acreditei que não me ias esquecer, que estando contigo como sempre estive, irias perceber que era a mim que querias ao teu lado. Assim, deixei-me arrastar nesta situação que seria a minha luta pelo nosso futuro. Mas apercebi-me, talvez tarde demais, que não iremos nunca voltar a ficar juntos...não como eu quero, desejo e preciso. Se dói? Muito. Mas acabou. Esta coisa de ter o teu corpo e de teres o meu sem compromissos, sem responsabilidades e afectos não me chega. Mereço mais e melhor. Não que te queira desvalorizar, porque és das melhores pessoas que conheço, mas se não consegui conquistar os teus sentimentos...então preciso de ter alguém que realmente me ame. Acabou de vez. Custa-me mais do que poderia imaginar, mas quero e vou pensar em mim. Só em mim. Talvez assim um dia percebas que te faço falta e que talvez te pudesse fazer feliz...

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

"partiste sem nunca teres chegado"

Foste-te embora e não me ensinaste a viver sem ti.
Não me deixaste manual de instruções(...).
Nada que me dissesse para onde me virar nem o que fazer a seguir, (...).
Um folheto explicativo, ao menos;
uma tradução manhosa do original em chinês,
com o género trocado e palavras inventadas, corruptelas ou derivadas.
Nem um recado, sequer, na porta do frigorífico, faz assim ou faz assado,
ou um post it na secretária, no ecrã do computador,
que sumariamente me explicasse
os modos de encher os espaços vazios com esta sumaúma triste.
Não me deste perspectivas de regresso nem qualquer tipo de garantia,
experimente e em quinze venha cá carimbar;
não me mostraste as precauções a tomar ou a profilaxia a fazer nem,
muito menos, os perigos que corro com
a sobredosagem da tua ausência na minha corrente sanguínea.
Foste-te embora e eu.
Às voltas com as dificuldades de montagem da tua falta
nos meus ocos recantos,
sem saber como me encaixar no vácuo que provocaste.
Eu, solta e desconjuntada, mil peças de pinho sueco espalhadas pelo chão da sala.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

.

E quando vais embora esqueces sempre de levar o teu cheiro contigo. Abraça-se a mim e fica. E tu deixas.

quarta-feira, 13 de setembro de 2006

Parabéns.

Lembro-me de ti desde os meus cinco anos...
eramos apenas duas crianças que nos demos a conhecer cheias de sorrisos, de futuro, de vida.
A partir desse momento unimos as mãos e até hoje não as largámos mais.
Assim ao longo de onze anos, caminhamos sempre lado a lado.
Vi-te crescer, viste-me crescer... ajudámo-nos mutuamente
a moldar-nos, a ser o que somos.
Aquilo que sou em parte devo-te a ti,
porque sempre participaste no meu crescimento... desde a minha infância à minha adolescência.
És tu que estás ao meu lado para me secar lágrimas,
é o teu riso que muitas vezes me apanha do chão quando caio,
é o calor do teu abraço que me protege sempre que a vida me falha...
és tu que me ama incondicionalmente assim como sou,
com as minhas qualidades e defeitos.
Ninguém alcança os limites da nossa união e sabes porquê? Porque eles não existem.
A cumplicidade que nos toca é excepcional.
A vida sorri-nos, porque partilhamos o mais belo dos sentimentos, a amizade.
Uma vez disseram-me “acho que ele gosta de ti doutra maneira”. Ri-me.
Sim, tu amas-me. Amamo-nos. Mas como irmãos.
Amo-te Pedro, como ninguém te pode amar... porque sou tua irmã. Para a vida.
A minha alma fez um pacto com a tua e estaremos sempre juntos.
Desde sempre e para sempre.
Obrigado por cada momento, por cada olhar compreendido, por cada gesto carinhoso, por cada sorriso na tentativa de resgatar a minha alegria, por cada bocadinho teu que dás de ti a mim.
Mais um ano que partilho contigo de muitos que irei continuar a partilhar... Parabéns!

domingo, 10 de setembro de 2006

Um momento.


Tu: A minha almofada cheira a ti.

(silêncio)

Tu: Sabe-me bem.

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

Samuel & Rita

1 de Abril. Descobertas. Curiosidade. Cativar. 12 de Abril. O sorriso. Os olhos. O beijo. O abraço. O toque. O som do riso. As mãos. O braço a envolver-me o pescoço. O olhar que antecede um beijo. As promessas. Os telefonemas fora de horas. As gargalhadas. A coca-cola. Despedidas que magoam. Caminhar lado a lado. A cama. 28 de Abril. O cinema. O comboio. A praia. Sussurros ao ouvido. O amo-te. As lágrimas. As dúvidas. O banho. A primeira vez. O autocarro. As loucuras. James Blunt. O sofá. A árvore no meio do nada. Os ciúmes. A mão que me acarinha a face. Foi muito bom não foi? Adorei. As decepções. A maneira de falar. As saudades. É um fino e uma água, se faz favor. As confusões cómicas. Risos. A ladeira da Rainha Santa. O fórum. Queres um beijinho? As mensagens. O provocar. A mão indecente. Adoro. A pastelaria. O miradouro. O corredor. Cinco meses. Tristeza. Faz amor comigo. Trincas. Sonhos. A mesa do cantinho. Paixão. Cause to love you mean so much more. Felicidade. A minha mão na dele. Fico doido. Santa Clara. Pus-te logo a vontade porque gostei logo de ti. Eu. Tu. Nós. Ai de ti. O 'amiguinho'. A minha pitinha e menininha. A amizade. A cumplicidade. A intimidade. O carinho. Partilhar. Amar. Viver.




Se valeu a pena?
O sorriso que desenho nos lábios da minha alma esclarece isso.

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Quando dou pela tua mão a tentar encontrar a minha, rasgo um sorriso que me dá um aperto no estômago da alma. Puxas o meu corpo e abraças-me a cintura, ordeno então aos meus braços que envolvam o teu pescoço e olhos nos olhos, os teus lábios sussurram pelos meus. O sorriso que ainda persiste colado no meu rosto deixa-se então morrer na tua boca. O teu beijo consome-me. O calor abraça-nos intensamente, o teu corpo agarra o meu, deslargamo-nos do mundo e estamos só eu e tu no meio do nada que nos segura. Perco-me em ti ou talvez já me tenha perdido antes...mas não me reencontro. Apercebo-me assim que não posso lutar contra o que sinto! Estou em ti. E nada posso fazer contra isso. Talvez um dia... Sabes, gosto quando a tua mão me acaricia a face, quando o teu sorriso mergulha nos meus olhos, quando me falas e me fazes rir. Gosto tanto de estar ao teu lado. E vou sentir falta, vai mesmo doer a minha pele sem o teu toque. Sinto-me vazia sem ti. Mas cada segundo longe de ti, vai ser um passo ao encontro de mim mesma. Magoa mas é o que tem de ser...

domingo, 13 de agosto de 2006

Errar.

Parece-me a mim muito simples criticar alguém. Um apontar o dedo, um olhar intenso de desprezo, um riso irónico, uma indiferença que corrói sentimentos. É demasiado acessível, agarram-se todas estas pequeninas coisas sem qualquer esforço. Guardamo-las nas mãos da alma, e quando alguém nos falha não se recua e damos o estalo. Em vez de dedos marcados naquela face do ser inferior, vincamos sim a nossa decepção. E viramos as costas. Simples.
Para quê olhar para nós próprios? Para quê pensar que um dia também já errámos, e sim, voltaremos a errar? Para quê dares-te ao trabalho, não é? Apenas porque estamos melhor no nosso pedestal dificil de alcançar. Apenas porque temos prazer em dar a entender o desprezo pelo pedido de desculpas, apenas porque remorsos são como cócegas...
Somos fracos. Somos sim. Erramos, magoamos quem mais gostamos, desiludimos os sorrisos que nos amparam. Quem nunca o fez...Não vamos ser cruéis e dar a mão a uns e a outros não. Isso teria um significado amargo...Eu erro. Eu admito. Eu peço desculpa. E sei esperar.

quinta-feira, 3 de agosto de 2006

Preciso-te.

Seja de que maneira ou jeito for preciso de ti na minha vida*

terça-feira, 1 de agosto de 2006

O que faço com este amor que tenho a preencher-me o peito?

domingo, 16 de julho de 2006

Passo a passo.

Entreguei-me a ti, como nunca tinha feito até hoje. Agora fecho os olhos, besunto o meu sorriso de satisfação, e abro-te a porta da minha alma. Não hesites em entrar, em querer descobrir, em agarrares-te a ela. Agora já não faz sentido o medo, o receio, a retracção. Conheces-me como ninguém, já sabes todos os caminhos do meu corpo, do meu íntimo. Partilhei-o contigo. Portanto não te retraias, não te escondas, não te preocupes. Já demos mais um passo. Vamos agora caminhar, passo a passo, um ao lado do outro. Quero ser eu a desenhar o teu sorriso nos dias de brilho, beijar-te as lágrimas nos momentos de fraqueza, colorir a tua vida, quero amar os teus sonhos, festejar as tuas alegrias. Quero partilhar tudo o que sou contigo. Descobrir num simples beijo o desejo, no nosso toque procurar o prazer ou num simples gesto fazer-te perceber que te amo. Quero ser feliz, fazer-te feliz, fazermo-nos felizes.
Amo-te.

domingo, 9 de julho de 2006

Voltaste?

Se sim, é tarde demais. Não quero saber.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Parabéns.

Desejo-te os parabéns do mais fundo do meu coração. Espero e quero que sejas sempre muito feliz, que a vida te sorria sempre, porque tu...tu mereces tudo de bom. Posso ser suspeita a falar, mas digo isto com toda a certeza. És uma pessoa muito especial, muito única, muito tu mesmo. A maneira como sorris, como dizes as coisas, como prendes uma pessoa surpreende-me. Fascinas-me acima de tudo como pessoa. Mesmo com os defeitos, porque todos os temos, tornas-te numa pessoa encantadora, maravilhosa à tua maneira. Não sei mesmo descrever-te. És tu e basta. Que seja mais um ano de muitos que estão para vir, sempre muito sorridente como tu o és.

Parabéns menino Samuel:)

Adoro-te menino de mim (lembras-te?)*

sexta-feira, 30 de junho de 2006

Presa a ti.

Simplesmente isto.
Sem palavras, sem rodeios, sem explicações.
Vivo o momento, deixo-me respirar-te tranquilamente, entrego-me.
No fim de contas, lanço-me de novo.
Apanhas-me?

segunda-feira, 19 de junho de 2006

Tua.

Decidi dar a mão ao meu sentimento por ti e correr lado a lado com ele.
Assim deixo-me abraçar aos nossos momentos.
E agarro-me ao que chamamos de nosso.
Sou tua.

sexta-feira, 16 de junho de 2006


A melodia toca-me com os dedos besuntados de passado.
Aquele passado...
cheio daqueles olhos azuis que me afogavam,
imenso do sorriso tão dele que me apaixonava mais a cada minuto que se adivinhava no tempo.
O apego incontrolável,
o toque que me agarrava sempre, mesmo nas horas em que queria deixá-lo.
Indiscritível, o poder que aquele ser humano tinha no meu mundo, na minha vida.
Os meus dias pertenciam-lhe, o meu tempo só ele controlava, a minha felicidade tinha sabor a ele, eu era dele.
“És minha para sempre, tá?”
Sim, para sempre tua.
Agora a melodia que me beija os sentidos, faz-me sorrir. Mas aquele sorriso desenhado na perfeição, sem enganos, sem dúvidas.
O peito já não aperta, o coração já não palpita mais ao som do passado, o meu mundo agora é só meu.
Mentira.
Meu e do meu presente.
Hoje ao caminhar na calçada, tive a certeza.
Ou mesmo no momento em que matei a minha sede naquele café na Sé-Nova, ou enquanto esperava na fila, ou até quando atendi aquele telefonema que me deu a ouvir a tua voz.
Tive a certeza, estou novamente apaixonada. Mas daquela paixão que nos agarra, que nos prende, que nos faz sentir tolos.
“Tu gostas mesmo de mim.”
Sim, gosto.
Tanto que me fizeste ter coragem de querer, apenas querer, livrar-me das lembranças dele, do outro.
Obrigado.
Obrigado porque me fizeste acreditar que existe vida para além de um amor aos catorze anos. Por muito forte que tenha sido e por muito que represente.

Só mais uma coisa.
Posso?
Gosto de ti, meu amor.

segunda-feira, 5 de junho de 2006

"Oh Raquel, isto é triste mas é verdade...há pessoas que por muito que tentem, não podem ser felizes. Não podem mesmo."


Desisto.
Faço parte desse grupo de pessoas.

quinta-feira, 1 de junho de 2006

"and all i can taste is this moment"

sábado, 20 de maio de 2006

Dependências.


Eu: Tenho que me ir embora.

Tu: Eu sei, mas não quero deixar-te ir.

Eu: Larga a minha mão já, se não é pior.

Tu: Não.

Eu: Assim vamo-nos agarrar demais. Deixa, a sério.

Tu: Não.



Bem te avisei para me deixares ir naquele instante.
Não permitiste. E agora? Agora que faço para me desprender do teu sorriso? Do teu beijo? Desse toque que me fez ficar...que faço?
A maneira como dizes as coisas, como ris e me fazes rir, a maneira como me mexes no cabelo e o despenteias...a tua voz quando me beija e me revela sentimentos, os teus olhos quando pousam nos meus, o teu colo quando chama por mim...tudo, fascina-me. Tanto que tenho medo.


Mas porque é que não me largaste a mão?

sexta-feira, 12 de maio de 2006

Um mês. Cheio de ti.


É perfeito o sorriso que me desenhas nos lábios.

É perfeito quando vamos lado a lado, e me abraças de repente.

É perfeito quando me olhas.

É perfeito quando entrelaçamos os dedos.

É perfeito quando me acaricias o cabelo.

É perfeito quando me espalhas beijos pelo rosto.

É perfeito quando vindo do nada me sussurras 'gosto de ti'.


"Simplesmente gostei de ti, aconteceu. E foi perfeito."

domingo, 7 de maio de 2006

Manhã de domingo.

Mais um domingo que começa.
Confesso que não foi fácil, os lençóis abraçavam-me, um abraço tão apertado que me senti incapaz. O telemóvel gritou-me aos ouvidos, a hora que me tinha estipulado tinha chegado. Lentamente abri os olhos, ainda com restos de sonho, e a luz dolorosamente beijou-me o rosto.
Suspirei, e senti. Senti o aperto no peito, a angústia que me pintava a alma, senti que ele estava ali. Doeu. Aninhei-me, embalei-me, e não deu para evitar. As lágrimas sucederam-se umas às outras, o medo gelou-me por dentro, o pensamento focou-se nele.
Chorei, chorei mais uma vez por ele.
Enquanto me perco nestas gotas salgadas, coisas viajam na mente, memórias tocam-me o corpo e receios fazem-me encolher, tornando-me pequena e insegura.
Tento acreditar que é só mais um momento de fraqueza, como tantos outros que já tive, mas não posso fugir da pergunta ‘será que a sombra dele não me vai abandonar nunca?’.
Penso no meu presente. Ele não merece este meu medo do passado. Desenho um sorriso, ainda que à força, nos meus lábios e com as costas das mãos seco as lágrimas.
Num gesto rápido, ergo-me da cama. Vou para o banho, lavar-me de memórias, e encher-me de esperança para o futuro.
Futuro esse, que já me disse 'acordei feliz por saber que vou ter contigo'.

Deixa-me de uma vez. Se escolheste assim, deixa-me por favor.
Quero ser feliz.

quinta-feira, 4 de maio de 2006


Porque me encontro em ti.

domingo, 30 de abril de 2006

Um ano.

Um ano.

Um ano que me fugiu das mãos, em que não vivi mas apenas sobrevivi à tua ausência.

Um ano.

Dia após dia lágrimas salgaram-me a pele, sorrisos falhados tentaram-me resgatar, perguntas sem uma resposta que a tua voz tentasse me oferecer, tudo isso me preencheu os minutos.

Um ano.

Onde o sofrimento apertava a cada instante, onde a angústia me derrotou tantas vezes, onde tentativas frustradas me faziam acreditar.

Um ano.

Sem ti, sem o som do teu riso, sem o brilho dos teus olhos, sem o calor do teu abraço, sem a caricia do teu beijo.

Um ano.

E assim, as promessas morreram, o sonho transformou-se em pesadelo, a tua presença tornou-se ausência.

Um ano.

Esperei por ti, esperei pelo minuto em que fosse ver o teu sorriso de novo, esperei pelo abraço, pelo entrelaçar dos dedos, pela frase cantada por ti "não chores mais, porque vim para ficar, desta vez para sempre".

Um ano.

E tive que aprender a viver sem ti.

Um ano.

Sou feliz sem ti, mesmo que no mais profundo de mim, ainda te espere de alguma maneira.

sexta-feira, 21 de abril de 2006

De olhos postos no chão, com as mãos em segredo no calor do casaco, tento encontrar-te dentro de mim. Solto os meus pés para brincarem com as pedras perdidas na rua, e tento ver-te enquanto me deixo chutar uma das pedras. O coração aperta, magoa batendo com mais fúria, o peito encolhe e a agonia aumenta.
Quero procurar-te, quero poder acariciar-te com a ponta dos dedos, quero fechar os olhos por um segundo apenas e sentir que estás aqui.
Os meus movimentos prendem-se, sinto-me incapaz de te agarrar, e quando alcanço a vitória de um passo em frente recuas três. Mas não vou desistir. Decidi que de ti não me vou deixar desligar. Vou lutar, vou-te sonhar, vou ter-te. Vou encontrar a felicidade.
E quando a minha coragem começava a falhar e as forças derramaram lágrimas de cansaço, vi-te a espreitar pela porta entreaberta do meu horizonte.
Quando te permites revelar diante dos meus sentidos, perco-me no labirinto de sensações que emergem da minha alma. És tu.
Deslargo-me de receios e sorrio por realmente te ter descoberto. E aconteceu. Deste-me aquele abraço que me beijou a alma em silêncio, uniste a tua mão à minha desenhando o sentimento e esboçaste o sorriso que me fez acreditar no nosso amanhã.

Acredito em 'nós'.

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Uma certeza :)



"mas é exactamente quando a gente está cansado, que o coração distrai e então a sorte vem."

segunda-feira, 10 de abril de 2006

Apetece-me escrever, escrever, escrever. Mexer os dedos de forma apaixonada, concentrar-me sem atenção nenhuma, desenhar o grito da loucura pelas letras, pintar palavras que são simplesmente complexas.
Sabes? Apetece-me viver, viver com mais intensidade, viver segundo após segundo sem receio, sem dúvida, sem sofrimento. SOFRIMENTO! Preciso de uma felicidade indolor.
Exigo o melhor para mim, quero, sinto, mereco algo muito melhor!
Será que não posso ter isto? Apetece-me ser eu a ditar o meu destino, o teu, o nosso destino. Quero escrever a minha história que, inevitavelmente, se vai cruzar com a tua para sermos felizes.
Sorrio. Um sorriso molhado por uma lágrima. Não sei o que digo.
Será que estou a sonhar alto?! Sim, estou. Mas é tão bom este sonho, o nosso sonho.

domingo, 9 de abril de 2006

Cumplicidade.

Afinal onde estavas tu?
Tu que eu fingia que não conhecia, que não queria nem saber, quando a pontinha da curiosidade esteve sempre lá.
Mudou tudo numa noite! Uma noite tão igual mas tão diferente das outras. Aos poucos, havia qualquer coisa que fazia sentido, havia qualquer coisa que ambos procuramos. Será que é possível existir alguém num lugar qualquer que combine connosco? Não sei se somos assim mas as tuas palavras encontram-se com as minhas na perfeição, os teus desejos com os meus, o teu sonho com o meu. Na perfeição. Disseste que não, que a perfeição não existe, mas em nós existe...eu sinto-a, eu consigo tocar-lhe bem no fundo do teu coração!
E eu brinco, brinco a dizer que fomos feitos um para o outro, mas será que essa é a verdade que nos está escapar das mãos? Escapou-se agora um sorriso dos meus lábios. Porque não sei se é verdade ou não, mas sei que encontrei a cumplicidade perfeita. Se vamos ser mais que cúmplices? Não tenho a resposta do futuro. Mas já te revelei que quero acreditar que sim...como já te disse...adoro cada segundo em que te conheço mais um bocadinho!
A naturalidade da nossa maneira de lidarmos um com o outro preenche-me. E sabes que mais? O teu carinho, a maneira como me falas, a maneira com que tocas na minha alma...delicia-me. Queres algo mais perfeito?
Como é que deixei fugir durante tanto tempo esta cumplicidade que descobri numa noite? Mas agora que apareceste no meu caminho, aturas-me. Lembras-te? Exigiste-me isso. E agora é a minha vez.
Obrigado.
Obrigado por acima de tudo seres meu amigo. Obrigado pela cumplicidade.
Ouves-me? Aceitas o meu sorriso como recompensa? Mais uma vez sorrio. Porque já sei a resposta. Olha...vou dizer adeus, mas só por agora. O sonho espera-me.


sexta-feira, 7 de abril de 2006

Porquê?

Porque ele me faz acreditar na conquista da confiança.
Porque pensamos da mesma maneira.
Porque o carinho dele transborda em mim satisfação.
Porque quero aprender mais com ele.
Porque sinto que com ele as coisas podem fazer sentido.
Porque não o quero desiludir.
Porque as palavras dele sabem sempre me confortar.
Porque ele me diz coisas bonitas.
Porque estou a gostar de o conhecer.
Porque me arrancou um sorriso quando eu menos esperava.

Porque ele é especial.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Porque te amo :D*

sábado, 1 de abril de 2006

Eu caminho sem destino.
Tento guiar os meus passos rumo ao futuro, mas acho que me perdi sem possível reencontro.
Continuo a caminhar, é certo, mas de que me vale andar se não vou conseguir ir ao encontro dele?
Sinto tanto a falta daquele riso escondido pela noite, daquele riso que ele fez nascer do mais profundo da minha alma.
Por vezes a vontade sussurra-me que devo deixá-lo por completo, mas existem momentos que a fraqueza contraria tudo gritando que o quero, quero muito!
Mas eu a ele sou invisível e tudo aquilo que partilhámos foi-se, esqueceu-se.
Mas eu continuo a tentar encontrar o caminho em direcção a ele, continuo a fazer mover os meus passos ao encontro dele...pode ser que um dia consiga.
"Não existe caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho."

Acredito que ele possa ser o meu caminho.

quarta-feira, 22 de março de 2006

"Sem ti não consigo, mas contigo não posso."

terça-feira, 21 de março de 2006

ASSASSINAS-ME por dentro.

RASGAS cada pedaço da minha alma sem arrependimento.

PISAS e REPISAS cruelmente os meus sentidos, deixando-os sem forças para aguentar mais.
A tua INDIFERENÇA, [como me custa a ADMITIR] é-me INSUPORTÁVEL.
Ver-te, sem ter aquele toque, sem saborear o sorriso que já foi NOSSO custa-me...
Não pensei, voltar ao ponto onde decidi ESTAGNAR, mas agora que me deixei voltar aqui, não sei o que quero, o que sinto...
"Isto acaba ou começou?"

quarta-feira, 15 de março de 2006

Leva-me,
beija-me,
pega-me um segundo.

Agarra-me,
deixa-me viver no teu mundo...

Mostra-me,
encosta-me na paz do momento.

Guarda-me no nada,
é nosso este tempo...

Sentes a magia do nosso olhar?
Eu respiro-a, eu vivo-a, eu quero sempre essa magia.
Lembras-te daquela manhã?
Demorámo-nos, eu no teu gesto, e tu no meu sorriso.
Ficámos assim, deliciosamente presos, um ao outro.
Lembras-te?
Ou tenho que aceitar que já nem sabes o que te conto?
Sentes o toque?
Sim, o meu toque na tua mão, o entrelaçar dos nossos dedos.
Ou será que a tua pele tornou-se insensível à minha?
O teu silêncio magoa-me.
A tua ausência rói-me a alma aos bocadinhos.
Afinal porque não estás aqui?
Onde estás?
Quem fomos nós no fim de contas?
As perguntas que fogem de mim sem a tua resposta cansam-me.
Já não suporto mais a agonia de te sonhar mas não te ter.
Só queria mesmo que me beijasses, me pegasses nem que fosse por um ridículo segundo, só queria viver nesse teu mundo.
Só queria a paz vinda do nosso momento ou que desfrutássemos do nosso tempo.
Só te queria a ti.
Lembras-te daquela manhã?
Porque não me respondes?

Já sei.
Porque tu não estás aqui, nunca tiveste.

terça-feira, 14 de março de 2006

És tu...e basta.

Se tu me faltasses, deixando-me neste mundo sombrio, sem o teu amparo, eu não saberia sobreviver.
Se tu me abandonasses, tirando de mim o teu carinho, o teu afecto eu não saberia sorrir mais.
Se tu me deixasses na ausência da tua presença, não saberia voltar a erguer a minha força, aquela que tu me dás todos os dias das nossas vidas.
Tenho tanto receio de perder a minha alegria em ter-te sempre por perto, em receber abraços únicos, em acarinhar beijos teus...já sentia saudades deles enquanto chorava o medo de que a terrível noticia chegasse a mim.
Quem seria eu sem ti?
Eu sei...sei que a lei da vida exige que um dia tenha que ficar sem ti, mas não hoje, não amanhã...não...não me deixes sozinha nunca!
Como poderia eu saber viver sem o som do teu riso? Ou o brilho desses olhos maravilhosos? Que faria eu se não pudesse ter mais o calor da tua mão sobre a minha? Não consigo e nem quero imaginar os meus dias sem ti...amo-te demais para isso!
És uma grande parte de mim. Posted by Picasa

sexta-feira, 10 de março de 2006

Sei-te de cor.

Sei de cor cada traço
do teu rosto, do teu olhar.
Cada sombra da tua voz.
E cada silêncio,
cada gesto que tu fazes,
meu amor sei-te de cor.
Sei cada capricho teu
e o que não dizes
ou preferes calar.
Deixa-me adivinhar
não digas que o louco sou eu
se for tanto melhor.
Amor sei-te de cor.
Sei por que becos te escondes.
Sei ao pormenor
o teu melhor e o pior.
Sei de ti mais do que queria,
numa palavra diria,
sei-te de cor...

Paulo Gonzo Posted by Picasa

sexta-feira, 3 de março de 2006

O nosso amor.

Deixas-me beijar a tua curiosidade com um segredo?
Sinto-me incapaz de te esquecer! Sou inútil perante a luta que travo com a tua lembrança, sou fraca quando o pensamento se torna nítido em ti, sou cruel comigo quando te quero com mais intensidade que o imenso normal.
O nosso amor nasceu na casinha cor-de-rosa onde quase habitávamos, viveu, riu, chorou, lutou, vibrou, sonhou...cresceu.
O nosso amor foi partilhado, naquele café que tinha como vista a agitação das pessoas, onde nós sorriamos porque ali refugiávamo-nos de todos eles, e eramos maus...porque os minutos eram só nossos, de mais ninguém.
O nosso amor caminhou naquele passeio à beira-rio, onde choravam as despedidas, e riam as promessas.
O nosso amor encantou-se à chuva, rejubilou no jardim onde corrias que nem um louco atrás do meu riso, respirou o ar fresco vindo do sol naquele parque em que me prometeste o “para sempre”.
O nosso amor fortaleceu, quando entrelaçámos os nossos dedos e nos abraçámos debaixo daquela paragem de autocarro.
O nosso amor sonhou alto, naquele escorrega onde o meu corpo relaxou no teu, e fitámos o céu desenhando o futuro, o nosso futuro.
O nosso amor gritou naquele banco, onde chorámos juntos.
O nosso amor sofreu, quando a distância foi poderosa, e nos levou a afastar.
O nosso amor derramou lágrimas, quando deu para entender que não se podia fazer mais.
Sabes o que magoou mais?
Foi o adeus que ficou por dizer, foi o último beijo que faltou, foi o não entender o porquê do fim. Foi tudo aquilo que nos escapou por entre os dedos.
Tínhamos tanto para nos dar, tínhamos tanto para ser, tínhamos o riso de um sentimento que eu sei que foi verdadeiro...mas tu estragaste tudo! Amor, tu fugiste da nossa felicidade!
Sabes de uma triste realidade?
Para te esquecer entreguei-me a uma loucura, aquela do meu passado que tanto detestavas, e fez-me acreditar que iria esquecer-te...mas afinal não, porque estou aqui a pintar letras para ti, para o nosso amor. Não sou capaz de evitar isto! Quero correr o mundo atrás de ti, do teu sorriso, dos teus olhos, do nosso amor.
Admito...admito que sou tua, o meu coração é teu, a minha alma a ti pertence.

[Tu: Tenho uma coisa séria para te dizer.

Eu: Diz amor...

Tu: É algo muito sério, não quero que me leves a mal.

Eu: Oh Telmo diz lá, estás a deixar-me nervosa.

Tu: Aqui vai...Rita, acho que aquilo que sinto por ti não é o que era antes.

Eu: Mas porquê? O que se passa?

Tu: Porquê?

Eu: Sim, porquê?

Tu: Porque a cada segundo que passa gosto mais de ti. Sou completamente apaixonado por ti. És a minha vida, quero-te, amo-te para sempre...]


Hoje encontro-me triste por ele e isto é só um desabafo...vindo do fundo do coração.